segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cine Pipoca: A Vida Secreta de Walter Mitty

Olá,


quem me conhece sabe da minha "mania" de gostar de uns filmes que "ninguém" curte e não se se surpreender quando me ouvir dizer que eu gostei de:







É um daqueles filmes paradões mas que, diferentemente de filmes de ação, prendem a minha atenção e mesmo eu estando com sono não permitem que eu durma pois quero saber o desfecho da história.

Trata-se desse cara, o Walter Mitty, que trabalha no setor de negativos de uma revista que está deixando de ser uma revista impressa para se tornar uma publicação on-line e terá sua última edição física impressa dali a alguns dias. Para tal eles necessitam de uma foto espetacular de capa fornecida pela colaboração de um renomado fotógrafo - que ainda usa filme - mas o negativo em questão desapareceu. Compelido a publicar a tal imagem Walter Mitty inicia uma jornada que não só o levará até a tão desejada imagem da capa mas também ao reconhecimento de sua própria identidade.




Walter é um solteirão, com uma vida tranquila e um emprego de pouca visibilidade, tímido e meio passivo que seguidamente se perde em seus próprios pensamentos ficando "fora do ar"; nesses devaneios ele vive situações que jamais teria coragem na "vida real".




Adoro filmes cult, gosto de filmes parados, amo fotografia e curto pra caramba o ator principal que também dirigiu esse filme; isso e algum outro motivo que eu esqueci de mencionar fizeram com que eu gostasse de "A Vida Secreta de Walter Mitty".




Aff!!! Tenho uma dificuldade absurda de falar de filmes que eu gostei...


Fiquem com Deus e até mais...

P.S.: Imagens pesquisadas no google.







sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Feliz Sábado...


O monge e a Vaca


Um velho monge e seu discípulo costumavam visitar as pessoas que moravam em vilarejos distantes da cidade. Num dos seus passeios, já estava anoitecendo e eles ainda estavam no meio de uma estrada, distantes do vilarejo para onde se dirigiam. Avistaram um sítio, aproximaram-se e pediram pousada durante aquela noite.
O sítio era muito simples. Ali, viviam um casal de aparência humilde e seus três filhos, pequenos, raquíticos. A pobreza do lugar era visível e, mesmo assim, eles acolheram, de bom grado, a dupla de viajantes.
Durante o jantar, onde fora servido mingau de leite com farinha, o mestre indagou:
“-Neste lugar não há sinais de comércio ou de algum trabalho. Também não vimos nenhuma plantação. Como vocês sobrevivem aqui?
O dono da casa respondeu:
“- Meu amigo, nós temos uma milagrosa vaquinha, que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse leite nós vendemos ou trocamos na cidade, por outros alimentos ou coisas que necessitamos. Outra parte fazemos queijo , coalhada, pirão e, assim, vamos sobrevivendo. Não sabemos plantar, também acho que essa terra não dá nada e tudo aqui é muito difícil. Ai de nós se perdemos a nossa vaquinha!
De madrugada, os dois receberam um copo de leite quente. Em seguida, agradeceram a hospitalidade e foram embora. Assim que saíram do sítio, o mestre ordenou ao discípulo que ele pegasse a vaca e a atirasse num precipício. O jovem, surpreso, não só se chateou como ficou revoltado com a atitude desumana do seu mestre:
” -Como podemos destruir a única fonte de sobrevivência dessa família?”.
Relutou um pouco, mas limitou-se a cumprir a ordem do mestre.
Alguns anos depois, o jovem , retornando sozinho àquela região, resolveu se dirigir ao sítio daquela família que lhes hospedara. Chegando lá, qual não foi o seu espanto quando verificou que o local havia mudado muito. O casal que vinha em sua direção era o mesmo, mas estava feliz. As crianças cresceram e, agora, já quase adolescentes, estavam bonitas, bem nutridas. Tudo havia passado e para melhor: horta, frutas, galinhas, animais diversos passeavam pelo sítio. O jovem, não acreditando no que via e ainda se sentindo culpado, questionou:
“- Como é possível vocês terem progredido tanto?!”
Ao que o casal respondeu:
“- Quando vocês estiveram aqui a nossa situação não era das melhores. Tínhamos só uma vaquinha e toda a nossa sobrevivência vinha dela. Logo após a saída de vocês, aconteceu uma tragédia – nossa vaquinha caiu num precipício. Entramos em desespero, mas, daí em diante, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver outros meios de sobrevivência. Descobrimos que a nossa terra era fértil e boa para legumes e frutas. Fomos, aos poucos, criando gosto e hoje é essa beleza que o senhor está vendo. Graças à perda da nossa vaquinha.




Que tal matar uma vaca hoje?




Fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Sobre o filme "O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos"

Olá,


como um casal de cinéfilos comemora aniversário de casamento?
Indo ao cinema, uai!


Ontem meu marido e eu completamos 3 anos de casados; coincidentemente foi nosso dia de pagamento e aproveitamos que na quarta-feira o ingresso é mais barato no cinema do shopping da minha e fomos assistir "O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos".





O que eu posso dizer além de que eu amei o filme?


Desculpa aí galera que leu o livro e por isso sabe de cada vírgula que foi colocada fora do lugar, mas como eu não li então só posso falar do filme e, eu achei sensacional!


Eu costumo dormir em filmes de ação mas, apesar das cenas de batalha e com poucos diálogos, o filme conseguiu prender a minha atenção.


Eu assisti em 3D e pela primeira vez eu realmente curti. Normalmente eu não vejo muita graça em 3D, acho que acrescenta pouca coisa ao filme mas nesse foi bem legal pois as pedras pareciam que iam cair em cima da gente - e isso que o cineminha daqui não é lá grande coisa.


O filme é visualmente lindo! O cenário, o figurino, tudo. Sou apaixonada pelos Elfos e para mim aquela armadura dourada ficou sensacional.


Pra vocês terem uma idéia, até meu afilhado que não costuma gostar dos filmes que meu marido e eu assistimos curtiu.


Quando eu comecei a assistir "O Hobbit" (o primeiro filme da trilogia) achei muito chato e desisti na primeira meia-hora mas insisti e acabei gostando e por isso fui ver "A desolação de Smoug" no cinema ano passado e esse ano assim que anunciaram "A batalha dos Cinco Exércitos" eu fiquei doida pra ver... Valeu a pena insistir, pois cada filme é melhor que o outro.


Pontos negativos? Nenhum... mas não posso negar que correu uma lágrima no final.


Sei que meu comentário ficou meio superficial, mas tenho dificuldades pra falar de algo quando eu gosto muito - perfeito resume!


^Fiquem com Deus e até mais...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Aniversário do meu marido: Tema Star Wars

Olá,

este ano fiz uma festinha de aniversário pra mim com decoração e tudo (da Hello Kity) e perguntei pro meu marido se ele gostaria de ter uma festinha assim também: ele disse que sim então eu escolhi o tema Star Wars, já que ele adora a série de filmes!

Pra variar eu que fiz tudo:




Este era o molde para cortar as letras na pasta americana e decorar o bolo mas não encontramos o corante prata então eu fiz de papelão com papel alumínio só pra enfeitar mesmo.




No fim, ficou assim:




O bolo também fui eu quem fez. Com mistura pronta para bolo; o recheio é de creme de leite condensado e doce de leite. A cobertura é de chantili (comprei aquele creme de leite que é só bater) e usei corante preto).


Também fiz as lembrancinhas:





Imprimi o desenho do capacete do Darth Vader da internet e usei para riscar no EVA e colei uma argolinha de chaveiro. Deu o maior trabalho desenhar o rosto do Lord Vader, mas ficou uma graça!

A decoração foi toda em preto e prata:















Com exceção de um detalhe aqui ou ali que já tínhamos em casa.





Eu mesma que montou estas torres, usando bandejas de vários tamanhos e pra uni-las copos de plástico transparentes. Coloquei nelas os cupcakes e os brigadeiros de copinho.


 


Encontrei esses balões pretos com estrelas, que além de lindos achei que era tudo a ver.



Claro que não podia faltar a estrela da festa. Este boneco do Darth Vader eu dei pro meu marido já tem um tempo; comprei na Del Turista do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre - uma loja de brinquedos que pra mim é a Disneylândia - custou R$ 199,99 e talvez vocês ainda achem por lá. E para incrementar usei os livros que meu amor tem de Star Wars que, adivinhem, também foi presente meu.





Nós esperávamos muita gente mas por fim vieram poucas pessoas #chateada!





E chegou a hora de fazer um pedido e soprar as velinhas. (Sim meu marido tem 51 anos e com essa cara de bebê, ô inveja santa!)





E o carinho em forma de presentes. O meu, além da festa, vai chegar meio atrasado porque comprei pela internet mas tenho certeza que vai compensar a espera.


Então o que acharam? Já posso me arriscar como organizadora de festas?



Fiquem com Deus e até mais...











quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Metas de Leitura para 2015

Olá,


no ano passado eu escrevi um artigo em que constavam as seguinte metas de leitura:


"1. 


2. 



3. 



4, 



5. 


6. 


7.


Mas, advinhe só: eu não cumpri. Destes livros o único que eu li em 2014 foi "O oceano no fim do caminho" do Neil Gaiman - e que, diga-se de passagem eu não gostei tanto quanto pensei que gostaria; tenho quase certeza que eu não o entendi...

Fora isto, já havia lido o primeiro volume das séries "Conversando com Deus" e "Sussurro" (na verdade concluí este ano ano então eu lí dois livros da lista), e cinco das "Crônicas de Nárnia" e ficou nisso; este último eu queria reler e concluir. Claro que li outras coisas ao longo do ano, mas a meta mesmo não cumpri.

Dito isto, vocês devem imaginar o quanto é inviável traçar uma nova meta para 2015; e por esta razão prevalece a meta deste ano para o próximo. Caso eu leia algo diferente disso eu conto pra vocês. A intensão é ler um livro por mês mas vocês sabem que nem sempre dá... a sessão livro do mês tá meio capenga, vou tentar rever isso pro ano novo, certo?

Quero aparecer mais por aqui e estou entusiasmada para fazer isso agora que voltei a "escrever".

Fiquem com Deus e até mais...




quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Miríades - Capítulo II - ATENÇÃO!!! CONTEÚDO ADULTO!!!

Olá,


não sei se estavam ansiosos por isso mas, aí está o segundo capítulo da minha história.
Estou aceitando sugestões de título, pois ainda não "brilhou"![agora já tem]





Capítulo II





Interlúdio





Laawanna, nasceu antes do tempo mas ao contrário dos demais bebês prematuros era maior que a maioria dos recém-nascidos; contrariando a medicina chegou completamente saudável e perfeita. Chorou forte ao nascer e logo abriu os olhos revelando serem de um azul incomum, quase lilás, possuía cabelos e cílios fartos – era simplesmente o bebê mais lindo de toda a maternidade. Ao saberem da morte da filha no parto não exitaram um só minuto em adotar a menina que acabara de nascer e a criarem como sua própria filha.





Cresceu com todas as regalias de ser criada pelos avós. Não lhe faltava nada tanto material quando afetivo. Estudou em boas escolas e frequentava a igreja local com os avós aos domingos. Cresceu e se desenvolveu como a maioria das crianças mas era alta para sua idade e muito esguia e por conta disso algumas crianças lhe conferiam apelidos que a entristeciam por vezes mas isso não impediu que crescesse feliz e muito menos que tivesse amigos. A medida que crescia, seus cabelos muito lisos tornaram-se louros como o trigo e os olhos lilases cada vez mais evidentes. A pele era muito clara, branca e não rosada mas pelo que todos sabiam não tinha problema de anemia ou qualquer outro problema de saúde mesmo com a dieta vegetariana que teimava em seguir sem que qualquer um a tivesse prescrito – gostava demais do animais para comê-los era o que sempre dizia a quem lhe questionasse. Incontáveis vezes levou para sua casa pássaros machucados e outros animais feridos, quase toda semana aparecia com um novo cachorro mas seus avós que já estavam idosos nunca a deixavam ficar com nenhum pois sabiam que logo ela apareceria com um novo amiguinho. Qualquer animalzinho que levasse para casa acabava por ficar são, logo, como que por mágica, atribuíam isso ao carinho que Lawaanna tinha com os animais.





Tudo ia bem com a garotinha até que aos doze anos viveu uma tragédia:





No meio da noite seu avó acordou com um barulho e levantou para ver o que era e quando ascendeu as luzes viu que a casa estava sendo assaltada. Um dos assaltantes no impulso atirou contra o idoso. Laawanna e sua avó ouviram os disparos e desceram as escadas correndo. A senhorinha ao ver o marido baleado no chão dirigiu-se até ele na esperança de salvá-lo mas era tarde demais. Nesse momento Laawanna olhou para a porta e viu que os bandidos estavam prestes a escapar, olhou fixamente para a saída e quando um deles tocou a maçaneta ela estava em brasa e queimou sua mão; foi quando algo estranho aconteceu como se Laawanna tivesse sido possuída por uma força que ela não podia controlar – e de fato não podia – parecia que ela estava em transe. Logo as paredes da casa começaram a pegar fogo e em poucos minutos tudo estava em chamas. De repente Laawanna sentiu um forte dor nas costas e um grito de dor saiu de sua garganta. Um par de asas de água começou a brotar em suas costas, a princípio eram brancas mas logo foram chamuscadas pelo fogo e ficaram enegrecidas, não demorou muito para que finalizasse a mutação, agora as asas tinham o dobro de seu tamanho quando completamente esticadas – parecia um anjo mas tinha a fúria de um demônio.





Laawanna ouviu a avó tossir e foi como se com um clic algo fora desligado dentro dela e ela saiu do transe, olhou para baixo e estava a alguns metros do chão pairando no ar enquanto ruflava as asas suavemente, mesmo assim não se apavorou, tomou a avó nos braços e como que por instinto voou em direção ao telhado com a velocidade de um raio e rompeu-o libertando-as da casa em chamas, os bandidos porém ficaram presos lá dentro. Infelizmente sua avó havia inalado muita fumaça e acabou morrendo em seus braços.





Quando a adrenalina passou, as asas se retraíram e a carne voltou a se fechar em suas costas deixando apenas duas cicatrizes. Laawanna chorou muito ao se dar conta de tudo que havia acontecido. Era apenas uma criança, grande para sua idade, mas uma criança. Lembrou-se do amoroso padre que havia assumido a diocese não fazia muito tempo mas que se mostrava muito dedicado aos fiéis e decidiu procurá-lo. Ouvira falar de anjos e se ela era um, quem melhor do que o padre para aconselhar-lhe. Correu em direção à casa paroquial e bateu à porta com força. O padre espantou-se ao ver a menina desesperada, toda suja de fuligem e com o vestido rasgado das costas. A primeira coisa que lhe passou a cabeça era de que havia sido violentada e tratou de colocá-la logo para dentro.





—Não reverendo, ninguém atentou contra mim – esclareceu tão logo foi questionada – se me ouvir em confissão eu lhe contarei toda a história.





— Claro minha filha!





— A história é a seguinte…





A menina contou ao reverendo tudo quanto conseguia se lembrar. Ele não sabia o que pensar sobre algo tão inacreditável mas sabia de uma coisa: mesmo que a menina estivesse louca, o que não parecia, ele não poderia deixá-la ir embora sozinha no estado em que se encontrava; então deu-lhe de comer, alcançou-lhe uma das estolas dos coroinhas para que tomasse um banho e tirasse o vestido em farrapos e cedeu-lhe a cama de hóspedes que havia em seu quarto para caso algum padre colega seu precisasse passar a noite ali. No dia seguinte, parte da história da menina se confirmou pois encontraram casa queimada, três corpos carbonizados dentro dela e avó da menina morta do lado de fora e os exames periciais comprovaram a asfixia por inalação de fumaça.





— Posso ficar com o senhor? – perguntou a menina com olhar ingênio ao reverendo – quero estudar para me tornar uma religiosa.





O padre não respondeu mas ficou com ela a partir daquele dia.





Embora incomum, as pessoas do vilarejo não recriminaram a atitude do velho padre, antes acharam nobre que tivesse adotado a menina.


P.S.: Espero que tenham gostado, fiquem com Deus e até mais...



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Chá de bebê... CALMA!!! Ainda não é o meu



Olá,

nesse domingo fui ao chá de bebê de uma amiga querida que estudou comigo no fundamental e recentemente nos reencontramos pelo face book.

Como ela não contratou fotógrafo me ofereci para bater as fotos pra ela e ela não só permitiu que eu publicasse como fez questão de um artigo aqui no blog. Olha só que honra!

Ela que fez toda a decoração:



















































 










Como ela me deu permissão para colocar as fotos dela no artigo aí está: linda e sorridente de mamãe.



Exceto por uma vez que esbarramos numa pizzaria (e nem pudemos nos falar direito) não nos víamos há onze anos.





Achei super lega essas camisetas que eles mandaram fazer:








Ela ganhou muita coisa linda pro bebê.
Ahh!!! Quase esqueci de dizer que nesse chá de bebê os homens estavam convidados e eles davam fraldas e/ou lenços umedecidos enquanto que as mulheres davam os demais presentes.





Como ela estará de aniversário no dia 9 de dezembro eu também levei um presente para ela.


E se acaso estiverem curiosos para saber o que dei de presente para o bebê, eis o link do vídeo que gravei assim que ficou pronto porque, sim, fui eu que fiz:


https://www.facebook.com/video.php?v=901617426515553&set=vb.100000019126755&type=3&theater


Eu achei tudo lindo e você? Fiquem com Deus e até mais...