segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Filme da vez mas também pode ser uma indicação de leitura: O chamado da floreste

 Olá borboletinhas,


eu não sei se isso só acontece comigo mas sempre que eu vejo um filme que foi baseado em um livro eu fico querendo ler. Não seria diferente com "O chamado da floresta", que eu assisti ontem.


Então, hoje pesquisei se temos este livro e fiquei surpresa de encontrá-lo na sessão infantojuvenil. Apesar desta não ser a capa mais bonita que esse livro possa ter essa edição até que é "bacaninha", ela traz uma pequena biografia do autor e ele ser pequeno até que me deixou mais animada para ler. Saudades de quando eu lia infantojuvenis e retirava um livro por semana na biblioteca da escola.

Fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 20 de maio de 2021

O preço de sentir... (inacabado mas eu precisa postar ou ficaria esquecido, eternamente como rascunho)

 Hoje eu me lembrei o quanto o grupo de mútua ajuda do Narcótico Anônimos foi importante pra mim. Depois de quatro anos de reeducação alimentar, agora já não é mais tão fácil emagrecer e uma vez parando de emagrecer é muito mais fácil voltar a engordar (e eu era infeliz gorda) e foi exatamente o que aconteceu. Diante de tudo o que tem acontecido com nosso planeta e mudado a nossa rotina consideravelmente minha compulsão voltou; não só a compulsão por comida mas também por compras e internet. A rotina sempre foi um lugar seguro pra mim e mesmo quando o tédio me vencia era só quebrá-la e ficava tudo bem mas como quebrar uma rotina que muda toda semana. No início da pandemia há pouco mais de um anos foi bom ficar em casa e ter um tempo para fazer aquelas coisas que sempre adiávamos, como os cursos da progressão e eu até comecei uma faculdade a distância, mas agora tanto "tempo livre" já não parece mais tão divertido.

Em 2015 eu decidi por conta própria parar de tomar antidepressivos pois viver anestesiada não estava adiantando uma vez que não me impedia de ter minhas crises e no restante do tempo era uma total apatia. Me convenci de que me esforçar para aprender a conviver com meus demônios ao invés de fugir deles poderia não ser mais fácil mas com certeza mais efetivo. Foi um processo lento e ainda não acabou. às vezes me pergunto se um dia vai acabar? Hoje me pego mais ou menos nesse mesmo lugar em que eu estava quando decidi tomar de volta o controle da minha vida e tirando um pouco mais de experiência que me fazem saber que "vai passar" pouca coisa mudou.

 

Foto: teia de aranha na grama coberta de geada.

Fiquem com Deus e até mais...

Minimalismo, destralhe e cura interior...

 Olá borboletinhas,

aqueles que já estão por aqui há algum tempo sabem que eu estudo o minimalismo como estilo de vida (e tempo incorporá-lo à minha vida, na medida que possível) não é de hoje; e também não é segredo que sou cristã - e procuro viver de acordo, embora falhe miseravelmente algumas vezes, afinal sou humana. Mas afinal onde quero chegar e o como estas duas coisas estão relacionadas? Embora para mim a relação entre elas seja bem óbvia, ontem foi a primeira vez que eu pedi ajuda a Deus para lidar com isso. Diferentemente de algumas pessoas que parecem ter nascido minimalistas para mim não é algo natural. Nunca fui uma pessoa materialista, do tipo que julga alguém pelo que ela tem e essas coisas mas ao longo da vida adquiri tendências acumuladoras e piorou muito de uns anos pra cá. De tempos em tempos eu tenho uma melhora sutil mas não leva muito tempo para eu voltar a acumular; como um viciado eu sempre acho que dessa vez estou bem e que posso manter o controle mas então, de repente, as coisas começam a me sufocar e lá vou eu fazer um novo destralhe. Claro que uma manutenção periódica é necessária mesmo para pessoas que não sofrem de acumulação compulsiva mas depois de tanto tempo estudando sobre o estilo de vida minimalista e procurando incorporá-lo de alguma forma à minha vida era de se esperar que eu já não precisasse fazer "limpas" tão grandes. Onde está o erro?

    Sei que o transtorno de acumulação compulsiva esconde outras coisas, algum trauma, mas eu ainda não consegui acessar... ainda. E foi assim que ontem eu pedi ajuda a Deus! Eu mal havia começado o destralhe e já estava sofrendo por aquelas coisas das quais eu abriria mão e isso não faz sentido em se tratando de alguém que se considera cristão. Mencionei anteriormente que não sou materialista então porque tanto sofrimento para deixar COISAS irem embora? No último final de semana eu assisti alguns episódio de "Acumuladores" pelo you tube e num dos casos uma senhorinha estava sendo auxiliada pela equipe do programa e por suas filhas e uma delas não levava os filhos para verem a vó por causa das condições insalubres da casa e a cada coisa que a senhora não queria dar embora ela dizia "você está escolhendo isso ao invés dos seus neto"; isso mexeu muito comigo e me fez pensar que, ainda que indiretamente, escolhemos as coisas em vez das pessoas. É algo complexo demais para eu explicar aqui como cheguei nesse pensamento mas tudo que você precisa saber é que comecei a refletir e me dei conta de que eu não tenho mais tempo para exercer todos os meus hobbies e, ainda que eu queira muito, é inútil guardar todo o material que eu possa, talvez, um dia utilizar então comecei a separar tudo aquilo que não cabia mais na minha vida AGORA. Saiu muita coisa e sei que tem ainda mais para sair mas já era tarde e quando eu começo a fazer estas coisas não sei a hora de parar então quando o alarme da hora do meu remédio tocou, percebi que era hora de me preparar para dormir, afinal acordaria cedo no dia seguinte pois esta semana retornamos ao horário normal de trabalho (mesmo as coisas não estando melhores do que há um ano atrás quando iniciou a pandemia do corona vírus e decidiram fechar tudo).

    Embora eu estivesse sim orgulhosa de mais uma vez tomar a decisão de liberar espaço não só no meu atelier, que é o centro do acúmulo hoje em minha casa, mas da minha vida é que visivelmente fez pouquíssima diferença e isso me deixou muito frustrada. Eu só espero, realmente que os aprendizados recentes me tornem consciente para daqui para frente só deixar entrar na minha casa e na minha vida aquilo que for realmente fazer diferença.

 

    Era para esta pilha estar maior mas algumas coisas foram direto pro lixo e outras já separei para pessoas específicas, além de 11 livros livros que me convenci que nunca vou ler.

Fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Eu acredito no amor...

Olá borboletinhas... 

        Recentemente tenho visto uma quantidade considerável de "stories" de "chalenges" com a música "Mad Disney" que, só para contextualizar fala de uma moça que está braba com a Disney porque os contos de fada não a preparam para a realidade do amor e que podem chamá-la de pessimista mas pra ela o amor é ruim e não deveria ser sentido. A música tem uma melodia agradável e é até divertida, o que deve ter insentido a produção de tantos vídeos no Tic Toc.

        

        Não vou descordar dela que essas histórias nos trazem uma versão demasiadamente colorida da vida mas, pela minha experiência, se eu fosse considerar todas as vezes em que sofri de coração partido eu não estaria casada hoje há quase 10 anos com uma pessoa maravilhosa e que é um companheiro incrível. Nem as minhas piores decepções foram capazes de me fazer desacreditar do amor verdadeiro e ninguém deveria pois essa barreira pode fazer com que você deixe de viver algo excepcional e ser muito feliz. Não estou dizendo que você precisa viver um amor romântico para ser feliz mas se a vida te der essa oportunidade, por que não? 
       Não estou desconsiderando, também, aquelas pessoas que sofreram algum tipo de abuso, essas precisam de ajuda para curar o seus traumas e se assim quiserem investir novamente em uma relação amora mas isso não é culpa do amor e sim da falta dele.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha..."

1 Coríntios 13:1-8


Fiquei com Deus e até mais...




sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Crônicas de uma aspirante à bibliotecária - 1

 

Outro dia, “zapeando” a lojinha do facebook me deparei com um anúncio cuja foto era uma belíssima estante repleta de livros e como tudo relacionado a livros me interessa cliquei.O mais curioso é que o referido anúncio dizia PROCURO e não VENDO como o habitual. A pessoa em questão procurava pelas leituras obrigatórias para o vestibular da UFRGS e como trabalho na Biblioteca Pública Municipal Monteiro Lobato, de Cachoeirinha e lá possuímos todas as leituras da última lista aproveitei para fazer minha propaganda: passei por ali mesmo todas as informações pertinentes para que a pessoa pudesse fazer o seu cadastro e retirar os livros emprestados. Não demorou muito para que ela ligasse para a Biblioteca para conferir as informações mas como fui eu mesmo quem atendeu, não foi necessário e um ou dois dias depois ela estava lá realizando seu cadastro e retirando um livro satisfeita de finalmente ter encontrado as leituras obrigatórias, o que aparentemente está bem complicado e eu também fiquei muito feliz de ter a oportunidade de, com meu trabalho, ajudar uma pessoa! Isso só reforça a importância que a Biblioteca tem na vida daquelas pessoas que, de outra forma, não tem acesso aos livros pois essa menina é de outra cidade e se lá possui uma biblioteca, ela desconhece. Oportunizar a informação é essencial!


Foto: Material em triagem aguardando catalogação.


quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Há tempo para todo propósito debaixo do céu...

 Olá borboletinhas,


    Hoje me lembrei desta passagem: "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." Eclesiastes 3:1.

          Desde que me entendo por gente eu sonho em um dia ser mãe e desde que me casei esse sonho passou a ser compartilhado com meu esposo e aos poucos estamos montando o que chamamos carinhosamente de "o quarto do herdeiro", herdeiro em questão que ainda não está a caminho, nem estamos providenciando que esteja... ainda, mas que é uma possibilidade desde que me casei e cada dia mais perto de se tornar realidade. 

            Então, desde que iniciei a faculdade EAD em agosto eu venho estudando no meu atelier que por ser a peça bem do meio da casa e não ter janelas pra rua é escura e eu preciso acender a luz mesmo de dia; de um mês para cá, mais ou menos percebi que entra uma luz gostosa logo cedo pela janela do quarto do herdeiro e decidi colocar uma escrivaninha lá. Escrivaninha esta que precisei comprar, chegou ontem e meu marido e eu ficamos até meia-noite montando e me fez passar muita raiva mas depois de pronta ficou perfeita, exatamente como eu imaginei: pequena, com linhas simples e apenas uma gaveta em toda a sua extensão, sem muito espaço para acumular tralha em cima como acontece na mesa de trabalho do atelier, só para estudar e escrever.

            Como eu sempre quis ter filhos, pois adoro crianças e tudo que envolve o universo infantil eu venho, ao longo destes anos, acumulando algumas coisinhas para quando o herdeiro chegar. É o caso de uns adesivos de lápis de cor que eu sonhava em colar no cantinho que meu pequeno fosse usar para desenhar. Com a escrivaninha nova montada eu me lembrei desses adesivos e achei que eles ficariam perfeitos decorando a frente da gaveta que eu deixei propositalmente sem puxador.

            E o que esta história tem a ver com o versículo de eclesiastes, Kika? Bem, eu tinha esses adesivos há anos, e por alguma razão nunca os colei em lugar algum acreditando que tanto o momento como o lugar perfeito para colá-los chegaria. E ele chegou! Pode parecer bobagem, um simples adesivo inspirar toda essa reflexão mas é verdade que através das coisas simples Deus tem confortado meu coração e me ensinado a ter paciência pois a seu tempo, creio eu, todos os meus sonhos irão se realizar. O quarto do herdeiro está quase pronto; não será um prenúncio, talvez, de ele também esteja prestes a chegar?!



Fiquem com Deus e até mais...




sexta-feira, 2 de outubro de 2020

SÓ POR HOJE... Sobre como frequentar o Narcóticos Anônimos me ajudou com minha compulsão e ansiedade

 Olá borboletinhas!

Eu demorei tanto a aparecer por aqui que as coisas estão diferentes...

Primeiramente, eu nunca usei drogas - pelo menos não entorpecentes - eu ía lá em apoio a um amigo mas quem mais se beneficiou com isto fui eu mesma. Eu frequentei o N.A. por aproximadamente um ano e toda aquela dinâmica contribuiu muito no início do meu tratamento contra a compulsão alimentar pois os relatos dos adictos (dependentes químicos do uso de drogas, em recuperação ou não) não me parecia tão diferente assim do que eu vivia em relação à comida; foi aí que o termo fissura passou a fazer parte do meu vocabulário para se referir àqueles momentos em que parecia impossível resistir a querer comer qualquer coisa. Vencer um momento de fissura é muito gratificante, faz você se sentir mais forte e motivado a continuar em contrapartida ceder pode colocar tudo a perder, pois uma recaída leva à outra e à outra e assim sucessivamente.  A identificação foi apenas um primeiro ponto e por que eu digo que me ajudou com a ansiedade? Porque você não é obrigado a falar, embora se quiser quem mais ganha com isso é você, mas precisa ouvir e vai parecer meio cruel o que vou dizer mas é verdade: ouvir os problemas dos outros torna os seus problemas menores; além disso, esperar sua vez de falar, se for o caso de você querer se abrir e você pode fazer isso, é um grande exercício de auto controle. No N.A. você não conhece só adictos (esse é o termo que eles mais usam, raramente você ouvirá falar em vício) mas também familiares que convivem  com a adicção: pais, mães, companheiros que são codependentes e sofrem tanto quando os primeiros e esses são os relatos que mais contribuem para o momento. Embora a pessoa que preside a reunião tente controlar o tempo de fala de cada pessoa para que não se estenda demasiadamente, a duração da reunião vai depender de quantos participantes tiverem e às vezes alguém precisa realmente falar mais. A reunião ocorre em dois momentos: Dispostos em círculo, após a oração da serenidade (pois o movimento tem origem na igreja católica mas todos são livres para manifestar ou não sua fé ou falta dela) cada participante, em sentido horário, tem sua vez de falar iniciando com a apresentação do nome, se for a primeira vez que está ali ou há membros novos na reunião seguindo com o relato de porque está ali e se quiser dizer como foi sua semana, as dificuldades que enfrentou, as lutas que venceu, lições que aprendeu pode ficar à vontade para fazer isso mas é opcional e encerra a fala com OBRIGADO (em gratidão a atenção que todos tiveram em ouvir). Após um breve intervalo ocorre um segundo momento que chamamos de ajuda mútua e novamente, cada participante, na sua vez, pode falar, diretamente para algum outro participante ou para o grupo mais algumas palavras que podem ser um conselho, uma palavra de incentivo ou simplesmente agradecer pela reunião. Encerra-se todos de pé, dando as mãos e recitando novamente a oração da serenidade e o lema "Só por hoje, força!" e nos despedimos com palmas, pois todos venceram mais um dia!

Este foi o único grupo de ajuda mútua em que eu participei mas acredito que toda situação se beneficiaria de um. No início vai parecer estranho, você pode chegar tímido e nem querer falar mas com o tempo você vai perceber que não só tem muito a aprender com todos que estão ali como também tem muito a contribuir e transformar a sua dor em alívio para a dor de alguém é algo sempre bom de se considerar. Outro dia eu estava vendo um vídeo da Taís Godinho do blog e canal do youtube "Vida organizada" em que ela falava justamente isso, como vítima da ansiedade  ela chegou num ponto em que pensou "Se eu não puder me curar, então que eu cure os outros".

Acho que eu me perdi um pouco aqui e já nem sei mais o que eu pretendia com este artigo mas espero sinceramente que seja útil para alguém. E eu faço um apelo a você, eu sei que não estamos mais no setembro amarelo mas se você estiver enfrentando qualquer tipo de dificuldade, de qualquer ordem em sua vida, procure ajuda e se já estiver fazendo algo a respeito e não estiver funcionando, tente outra alternativa, e outra, e outra, só NÃO DESISTA a sua força incentivará outras pessoas a não desistirem também e para finalizar, deixo para vocês a oração da serenidade:

"Concedei-nos Senhor, a serenidade necessária, para aceitar as coisas que não posso modificar, e coragem para modicar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras. Só por hoje FORÇA!"

Fiquem com Deus e até mais...

Foto com minha gatinha Depp, o melhor antidepressivo que eu conheço.




domingo, 21 de junho de 2020

Filme da vez... Doentes de amor

Olá borboletinhas...

já tinha um tempo que não aparecia por aqui mas uma experiência recente me fez sentir saudade de escrever.

Ultimamente meu marido e eu levávamos mais tempo para escolher o filme que íriamo assistir do que vendo o filme propriamente dito; então decidimos escrever os nomes de todos os filmes que pretendemos ver, colocar num potinho e sortear.

Ontem foi a primeira vez que sorteamos e começamos bem pois o filme que saiu foi "Doentes de amor" do qual eu não sabia nada e ainda bem pois eu sinceramente acho que esse título vende mal o filme que a meu ver parece o título de um filme do Adan Sandler; fiquei feliz de estar enganada! O filme é muito bom! Eu inclusive não sabia que se tratava de uma "história real", só fiquei sabendo quando os créditos começaram a correr e então entendi porque havia gostado tanto. Sou da opinião que um filme baseado numa história real dificilmente é ruim pois não tem como a história de alguém ser ruim.

Resumindo o filme superou minha expectativa! É uma comédia romântica porém sem piadas idiotas e clichês, aliás nada é clichê nesse filme. Embora histórias semelhantesjá tenham sido contadas em outros filmes como "Se eu ficar" e "E se fosse verdade" mas o ponto de vista é que torna tudo diferente e o fato de o roteiro ter sido escrito por um casal contando sua própria história tornou a perspectiva muito mais sensível. O Leo, youtuber do canal yobamboo, comentou que é fácil se identificar com os personagens, e eu concordo. Enfim mais um filme que agora pertence a minha categoria "amorzinho".



Fiquem com Deus e até mais...

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Livro da vez: Homo Deus - Yuval Noah Harari

Olá borboletinhas...

já tem algum tempo que eu terminei de ler este livro (o que levou cerca de seis meses) a acredito que a demora, para não dizer o esquecimento total de falar sobre ele e o modo relapso como tenho levado este blog, é que eu não gostei tanto  dele quanto do Sapiens, do mesmo autor.
Enquanto que este último reporta à história e vai falar do passado, o primeiro vai usar e abusar das mais recentes descobertas científica (e muita especulação) para fazer projeções a respeito do futuro.



Não vou me ater a descrever sobre o que ele fala pois tudo o que precisam saber é que recomendo a leitura dos dois pois são muito interessantes embora eu, particularmente, tenha gostado bem mais do primeiro.

Ambos abordam uma visão evolucionista, que é contrária a minha que é criacionista, mas acho extremamente válida uma leitura que venha confrontar nossas crenças pois só assim saberemos o quão consolidadas elas estão e se são de fato nossas e esta é a verdadeira riqueza das ideias, ser capaz de conversar sobre elas embora seja diferentes das nossas.

Não quero me prolongar muito pois muito da experiência de leitura desses livros já se perdeu no tempo (embora não faça tanto assim)mas espero não demorar mais tanto tempo para vir aqui falar sobre as minhas experiências de leitura.

Fiquem com Deus e até mais...