terça-feira, 21 de junho de 2016

Novos no Acervo: livros e cds

Olá,

muita coisa chegou desde o último "Novos no Acervo" que eu não contei por aqui - e pretendo gravar um tour por minha estante de livros e outro pela de dvds/cds pra compensar isso - mas na semana passada, particularmente, chegaram dois itens que me deixaram muito feliz pois estava muito ansiosa por eles.

Um é "O grande livro Seleções de colorir".


- Mas, Kika, o que tem de tão especial em um livro de colorir? - vocês devem estar se perguntando.

Primeiramente, quero deixar bem claro que, eu já gostava de colorir muito antes da "parada" virar modinha; como os livros de colorir "para adultos" ainda não haviam sido inventados , eu comprava aqueles de criança mesmo e posso até mostrar minha coleção uma hora dessas se alguém se interessar.

Mas voltando ao livro e por que eu considero ele "top".

Quanto aos desenhos ele se parece muito com os demais:


E eu até já me aventurei em um:


Para começar, uma coisa que já achei bacana é o verso do desenho ser em branco, assim a pintura de um desenho não suja o outro - o que é muito comum quando usamos lápis de cor aquarelável, por exemplo.


Além disso, as páginas de desenho são destacáveis e isso tem dois propósitos: 

1) você pode levar apenas os desenhos para colorir em algum outro lugar que não sua casa e pode usar a pastinha que acompanha o livro - uma vez que  ele é bem "grandinho".

 

2) e se gostar muito de alguma de suas obras-primas, pode emoldurar e adivinhe! a moldura vem junto também; 


Esse desenho veio na moldura e estava em branco mas por ser papel couché eu optei pinta-lo com hidrocor.

Mas não é só isso! O que o diferencia dos demais livros de colorir é o fato dele trazer textos e fotografias. Isso foi que me chamou mais atenção:

 


E você pode pintar os desenhos usando as fotografias como referência, o que eu prefiro... ou não.


E para começar a soltar a criatividade eles enviam também uma caixa de lápis de cor com 24 cores.


Confesso que quando vi a marca fiquei um pouco decepcionada, pois tenho outros da mesma que são muito ruins - duros e pouco pigmentados - mas depois de testar constatei que esta linha é muito boa, extremamente macia e com cores bem vivas, a qualidade lembra muito lápis aquareláveis.


E a segunda coisa extraordinária que chegou foi uma coleção de oito cds de música clássica (também de Seleções):


Para quem não curte música clássica talvez não seja tão incrível assim mas eu queria muito e já fazia planos de adquirir quando viesse no catálogo.


 

E é claro que tinham que vir com um livro, não é mesmo?


Os livros da Seleções, são sempre muito ricos, tanto em  texto como em ilustrações e são sempre lindos 

 

Então é isso minhas borboletinhas, fiquem com Deus e até mais...









segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dia dos namorados & Alice através do espelho

Olá, minhas borboletinhas...
Como foi o Dia dos Namorados de vocês?

Meu marido e eu comemoramos indo ao cinema para ver "Alice através do espelho" que eu estava muito ansiosa para ver.


Quem me conhece sabe o quanto sou fascinada por esse universo e por isso estava com expectativas bem altas, mesmo não tendo gostado muito do filme anterior.

Infelizmente, a única coisa em comum entre o filme e o livro de mesmo título é a Alice atravessar o espelho, mesmo assim eu gostei bastante da história ao contrário de "Alice no país das Maravilhas" e você ainda consegue encontrar uma referência aqui e ali.

(Como vocês devem perceber por esta foto, nem estava frio ontem em Porto Alegre)

Eu queria muito ter visto em 3D pois imagino que seria igual ao Oz - Mágico e poderoso pelo colorido que eu simplesmente amo, mas por conta do horário vimos o filme normal mesmo.

E por enquanto é isso meus borboletinhos, fiquem com Deus e até mais...



segunda-feira, 30 de maio de 2016

Inauguração Casa de Cultura Demóstenes Gonzales

Olá,

desde que eu era criança e assistia ao programa Pandorga na TV educativa, eu sonho que Cachoeirinha (minha cidade) tivesse uma Casa de Cultura igual a Mário Quintana em porto Alegre.

Eu vi meu sonho chegar mais próximo da realidade quando comecei a trabalhar na Prefeitura e um li no jornal que a administração havia comprado um espaço para construir a nossa Casa de Cultura - isso faz 6 anos.

Neste sábado, no entanto, ocorreu a mostra de Inauguração da Casa de Cultura Demóstenes Gonzales, em Cachoeirinha e meu sonho enfim se realizou.







Por coincidência, uma amiga minha expôs na inauguração.





Lais Cardoso (acima) é fotógrafa,estudante de Artes Visuais, além de minha é claro.
Abaixo, trabalho que ela realizou juntamente com outros colegas.






Assim que cheguei  este trabalho me chamou a atenção:



que faz parte deste:




E eu não poderia deixar de tirar foto ao lado de Moacyr Scliar e Mário Quintana.




Artista: Ana Nunes


Dentre os trabalhos da mostra os trabalhos que mais nos chamaram a atenção, de mim e do meu marido, foram as escultura do artista  Ralf Heimig:






















Minha amiga Lais me apresentou ao simpático Paulo Correa, fotografado a seguir ao lado de seus quadros:







Além de obras de artistas plásticos havia também apresentação de uma performance teatral:
















E também a apresentação da banda Raul Seixas e os Caras:










Assustada com a semelhança do vocalista com o verdadeiro Raul.



Claro que isto é só uma parte do que rolou por lá.





Então por hoje é isto minhas borboletinhas, fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Quando saímos do nosso casulo...

é impressionante o que pode acontecer.


Semana passada percebi que eu passei os últimos meses vivendo em uma crisálida (nem lagarta, nem borboleta). Condicionada por mim mesma ao itinerário casa-trabalho meu universo era tão pequeno quanto uma nós mas tudo mudou quando decidi encontrar com meu marido no centro da cidade - pois ele iria fazer umas tarefas pra mim enquanto eu iria direto pra casa metodicamente como os ponteiros do relógio - e o fiz a pé. Qual a minha surpresa quando no ponto de ônibus próximo ao centro espírita que ficava no caminho, havia um pequeno estande com alguns livros?




Parei para olhar e entre alguns livros da Zíbia Gasparetto encontrei um exemplar de "A insustentável leveza do ser", tomei-o emprestado e com pesar deixei no lugar o exemplar da Revista Seleções que trazia comigo. Senti-me tentada a pegar também um lindo Hard Cover de Madame Bovary que confesso apenas me chamou a atenção por ser bonito mas deixei-o lá e resignei-me a levar um único livro pois não darei conta tão cedo sequer de ler este, noutro momento, se ele ainda estiver por lá e eu tiver pelo que trocar eu tomo ele emprestado.
Segui meu caminho até o centro da cidade, que no caso da minha é apenas uma avenida, para encontrar meu marido na distribuidora dos catálogos de venda que eu represento pois ele levaria o dinheiro para retirar os pedidos desse mês. Já estávamos a caminho do ponto de ônibus (que aqui chamamos de parada) quando eu decido perguntar: "tá a fim de um café?" então ele me falou de um novo espaço que ele viu ao passar por lá outro dia.



E foi assim que eu conheci uma pequena (só tem 3 mesas) mas charmosa cafeteria no antigo bairro onde eu morava quando era solteira, que para ficar perfeito só falta um display de L&PM Pcket - o que comentei com o dono. Uma das minhas coisas preferidas na vida é ir a uma cafeteria tomar um cappuccino com um pedaço de torta.






Fiquem com Deus minhas borboletinhas e até mais...

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cine Pipoca: enfim, eu vi Deadpool

Olá,


e aí, quem estava com saudades que eu escrevesse sobre filmes? - ou que só escrevesse alguma coisa mesmo, afinal tô sumida, né?!


Eu não ando muito inspirada para escolher filmes ultimamente - e ando até preferindo rever os filmes que mais gosto a procurar algo novo - então deixei meu marido escolher o Cine Pipoca deste fim de semana:





Ele ainda disse: "pra se livrar de uma vez".


No início eu estava até empolgada pra ver e cogitei levar meu afilhado adulto precoce e fã de desenhos japoneses violentos para ver, mas depois de ouvir o comentário de algumas pessoas a respeito do filme desisti não só de leva-lo para ver como de ver mesmo.
Eu não sou muito chegada a filmes de ação cheios de pancadaria, tiroteio e explosões porque sinceramente me dão sono mas o "mor" queria ver e eu estava sem ideia pensei, ok.


Acabou que eu gostei do filme. Muito provavelmente porque eu não tinha qualquer expectativa positiva a respeito. Como eu sabia de muita coisa, como o rompimento da quarta barreira, o fato do próprio herói não se levar a sério e fazer piada com a produção do filme, nada disso me surpreendeu e também não me decepcionou.
Não é, absolutamente, um grande filme mas por isso mesmo eu achei que ele é honesto. A história é bem bobinha e até "no sense" mas ok, eu achei divertido e, PASMEM o que mais gostei foram das cenas de ação, que são bem absurdas, mas achei as luta muito boas. Claro que algumas cenas tinham violência e sangue demais pro meu gosto e até mereceram o meu bordão "isso era mesmo necessário?" mas no geral eu curti.


Então, minhas borboletinhas e borboletinhos, por hoje é isso. Fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 3 de março de 2016

Cinquenta tons de Cinza - um conto de fadas controvertido II

Olá,

no início do ano passado eu assisti ao filme e escrevi este artigo:
http://kikalealbutterfly.blogspot.com.br/2015/02/50-tons-de-cinza-um-conto-de-fadas.html.
Agora eu retorno, depois que li os livros, para falar o que achei deles:


Rogo o direito de gostar destas capas.


Já pensou que, se a pessoa com que você se relaciona hoje tivesse sido completamente sincera sobre si mesma desde o início você possivelmente não estaria com ela?

Isso foi o que me fascinou quando percorri as páginas de 50 tons de cinza: deixando de lado o quão perturbador seja a relação entre Anastácia e Cristhian, trata-se de um jogo limpo! E isso, me desculpem os conservadores, é invejável!

Existe muita polêmica em relação á sujeição de Ana e o fato dela ser virgem; eu, porém não vi conflito algum: uma vez que ela não possui experiência ou, como ela mesma diz, com que comparar, a curiosidade é ainda maior; portanto você só pode dizer se gosta ou não de algo após ter provado.

Considero romantismo algo bastante relativo – o que é para uns pode não ser para outros. Embora se um cara na hora “H” me dissesse
“ - Agora eu vou te fuder...” eu certamente broxaria, considero Cristhian romântico a seu modo; no entanto, vez ou outra ele comete uma grosseria (eis parte dos 50 tons) mas isso não parece incomodar a Anastácia. Ele é atencioso, em demasia até, e a elogia o tempo todo –que mulher não gosta disso?!

Por fim o envolvimento entre os dois é tão forte que mesmo os termos impostos sendo questionáveis, Ana prefere cogitar a ficar sem ele.

O primeiro livro vai nos apresentar aos personagens e a este conflito envolvendo mundos tão diferentes, tudo sob o ponto de vista de Ana que é uma jovem recém formada em Literatura Inglesa, portanto romântica em sua essência, e sua descoberta do amor e do sexo com este personagem excêntrico com tendências megalomaníacas e dominadoras.

No entanto, como nada na vida é preto ou branco – existem infinitas nuances entre essas duas cores –há muito mais coisa além da superfície e somente com o tempo compreenderemos, e talvez nunca completamente, quem é Cristhian Grey e seus motivos para ser como é. Existe um esforço muito grande da parte de Ana em tentar compreender o “mundo” em que seu amado vive, porém nesse primeiro momento o choque entre as duas realidades é tão grande que Ana prefere afastar-se.



No segundo livro Cristian força uma reaproximação e Anastácia sede. Ficamos sabendo que o interesse de Cristhian por Ana vai muito além de somente uma “foda” violenta e do quando ele está disposto a abrir mão para tê-la de volta – não que isso vá ser fácil para ele. O que me incomodou um pouco é o fato dele ter recuado e ela então começar a provocar, nos mostrando que talvez ela goste mais da coisa do que aparentou-nos no início e só não era ‘safada’ por falta de oportunidade. E assim eles caminham para o que seria o mais próximo que conseguem de um equilíbrio. Confesso que eu gostava mais deles quando era um casal problemático.
       Como tudo vai bem entre o casal o livro vai trazer uns problemas externos para serem resolvidos mas “tudo está bem quando acaba bem*” ainda mais com um casamento.
      Li os dois primeiros livros em um mês: fiquei sem internet no trabalho e como dependo da rede pra acessar o sistema, tive muito tempo para me dedicar à leitura. Meu marido conseguiu a trilogia em PDF com uma colega de trabalho e levou os arquivos pra casa achando que eu poderia me interessar.  Não gostava de ler no computador, mas como a oportunidade surgiu e os “livros” estavam salvos no meu HD externo decidi começar a leitura e mergulhei de cabeça, me afeiçoando tanto aos personagens que os tratava como amigos; acabei por me acostumar e descobri que leio mais rápido no computador e não sinto sono.
         Quando esse livro estava no auge, ouvi dizer que a escrita era ‘infantil’ e eu não discordo, pois guardadas as devidas proporções se parece muito com o que eu escrevia quando tinha uns 14 anos: a forma prolixa em alongar os períodos e o excesso de adjetivos e descrições, por exemplo; por falar nisso, o que é a Ana descrevendo a todo o instante o que Cristian está vestido e o quanto ele está “quente”? Pra ela, se ele soltasse um ‘pum’ ainda assim pareceria sedutor.
          Bem, o último livro foi o mais cansativo e arrastado pra mim. Eu lia, lia, lia e não saía do lugar. Passava um tempão lendo e quando achava que já tinha lido, sei lá, umas 50 páginas, na verdade tinha lido 10; mas eu não estava achando ruim - não sei por que a leitura empacou tanto - talvez pelas 650 e poucas páginas...
Daí nas 100 páginas finais o ritmo mudou:
Percebi que durante toda a narrativa os conflitos eram resolvidos um de cada vez (o problema surgia, se desenrolava, se resolvia), mas no final não, tinha uns três conflitos acontecendo simultaneamente e eu queria continuar lendo pra saber...
         Agora eles estão casados e parece que tudo vai bem. Alguns conflitos surgem mas eles tiram de letra porque afinal de contas eles se dão muito bem na cama e isso parece resolver todos os problemas até que ocorre um imprevisto que tira tudo dos trilhos.
          Gostei de como a história terminou, mas eu dispensava o epílogo, pois é dedutível.
        Antes de seguir no epílogo,dei uma pausa na leitura porque, pra mim, a "história" já tinha acabado ali... mas tinha aquele plus... tipo o último filme do Harry Potter, sabe? Cheguei a comentar com meu marido que sabia como seria o epílogo: “Chisthian e Ana fazendo comercial de margarina na casa nova” e, bem, eu acertei!
          Eu estava louca pra acabar o livro, mas quando terminei fiquei com aquela sensação...me senti meio órfã, mas isso foi até eu começar a assistir “Gossip Girl” pelo Netflix e me apaixonar pelo casal Serena e Dan (mas isso é assunto pra outro artigo – mas como me apeguei aos personagens acho que vou comprar o e-book de “Grey” para entrar na cabeça dele e conhece-lo ainda melhor. Eu me identifiquei muito como Cristhian. Tirando aquela parte de sadomasoquismo, temos personalidade bem parecidas: no fundo somos inseguros e muito, muito caretas.

Fiquem com Deus e até mais...

P.S.: eu certamente deixei de comentar alguma coisa.


*parafraseando Shakespeare.





sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Meu 2015 - uma quase crônica sobre o ano que se passou







Meu 2015




Certamente, foi um ano bem intenso! Tomei algumas decisões importantes e significativas outras, até, definitivas!

Engordei ainda mais e precisei parar o balé (o que fiz a contragosto) pois as dores que eu sentia me impediam de sentir prazer nas aulas.

Uma anomalia no meu ciclo menstrual me fez criar coragem de procurar a ginecologista e vencer os meus "traumas"; graças a Deus não havia nada de errado nessa área mas uma investigação mais profunda apontou que possuo hesteatose hepática (gordura no fígado) – o que pode ser a razão de eu não conseguir emagrecer – e adiou mais uma vez o meu desejo de ser mãe.

Em vez de me desesperar canalizei minha energia em um propósito e voltei a fazer planos. Retomei antigos valores, parei de desejar o que não podia possuir e o dinheiro começou a "sobrar". A despeito da crise no país reformei minha casa: mudei o quarto do herdeiro de lugar e criei um atelier para ter um lugar onde eu possa desenvolver minha criatividade e cultivar meus hobbies sem que meus gatos baguncem tudo.

Adotei uma cadelinha de rua: Eudora.

Me organizei pessoa e finaceiramente para tirar férias em dezembro sem estresse ou dívidas. Paguei minhas contas, viajei sem dinheiro e mesmo assim não fiz compras no cartão de crédito, me limitando a comprar apenas o que meu marido pudesse e/ou quisesse me dar. Levei menos bagagem do que de costume e não voltei com a mala estourando.

Revi amigos, fiz passeios e conheci lugares. Desapeguei do que me sobrava!

Caminhei em uma busca pelo meu auto conhecimento e adotei um novo estilo de vida – ainda em processo. Reaprendi a sonhar! Aderi à filosifia de vida de que a felicidade é o caminho e tenho andado por ele. Já que minhas emoções são tão intensa decidi senti-las e aprender a lidar com elas em vez de viver anestesiada – foi bom por um tempo, para colocar os pensamentos em ordem, mas agora já chega!



Desejo a todos um 2016 fantástico e que suas resoluções de final de ano se concretizem, fiquem com Deus e até mais...

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Cine Pipoca (os filmes do final de semana): Interestelar, O candidato honesto, Ela dança eu danço 5

Olá,


neste último final de semana ficamos em casa o que nos permitiu assistir filmes os dois dias.


No sábado à noite assistimos:





Este filme é uma "VI-A-GEM!!!" literal e não literalmente (se é que me entendem).


Trata-se de uma distopia. A humanidade corre risco de extinção pois o planeta está quase sem comida e por conta disso gastos desnecessário, como por exemplo pesquisa espacial, são substituídos pela agricultura - pelo menos era o que todos pensavam- até que uma menina de uns dez anos começa a presenciar fatos estranhos em sua biblioteca o que ela interpreta como sendo mensagens de um fantasma. Ao dividir estas mensagens com seu pai elas acabam o levando até uma estação da NASA - que pensavam estar extinta - onde ele toma conhecimento de um projeto do governo que busca estabelecer uma colônia próximo à saturno, onde eles acreditam existir um planeta habitável (dentre 12 possíveis) para onde mandaram anteriormente 12 cosmonautas que não retornaram e agora pretendem mandar uma nova equipe. No entanto para que cheguem a este planeta é necessário passar por um "buraco de minhoca" o que afeta o fator espaço-tempo.


Eu não costumo gostar muito de histórias com viagem no tempo porque geralmente deixam muitos furos mas este filme eu achei que foi tudo muito bem amarrado e posso dizer que gostei apesar de ser tudo muito louco.


No domingo, vimos:





Me advertiram que este filme se parece com "O mentiroso" estrelado por Jim Carrey e é quase isso. Diferentemente do filme do JC, em que ele não pode mentir, em o candidato honesto não só não consegue mentir como também fazer qualquer ato de desonestidade sendo 100% correto em TODAS as suas atitudes; e isto não é efeito de nenhum "feitiço" e sim de uma crise de consciência que o acomete após a morte de sua avó que o criou desde pequeno.


Como já devem saber, eu gosto muito de Cinema Nacional e costumo assistir este tipo de comédia quando não estou muito a fim de ver um dos filmes com temas mais sérios - do qual gostamos tanto lá em casa - e só quero passar o tempo e me distrair com algo mais leve.


Apesar de bem previsível eu gostei!







Este não tinha como eu não gostar!


Se um filme tiver a palavra dança no título ou fizer referência à dança pode ter certeza que eu vou querer assistir,


Este filme é a exata sequência do anterior onde o grupo de dança "A Máfia" deu uma lição de moral nos grandões que queriam transformar o espaço de sua comunidade em um condomínio de gente bacana; e de quebra ainda ganharam o patrocínio da Nike. Só que os tempos de glória foram embora junto com o patrocínio e agora eles se veem em dificuldades e decidem voltar para casa mas o líder do grupo decide ficar em Los Angeles.


Ao saber de um concurso novo de dança o ex-líder da Máfia, com ajuda de seu amigo Muse, decide formar outro grupo e daí a história se torna uma cópia escrachada dos filmes anteriores com exceção dos números de dança que são um capítulo à parte e é o que realmente faz o filme valer a pena.


Clichê, mas eu gosto!


Fiquem com Deus e até mais...







sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cine [sem] pipoca: "Mãos talentosas"

Olá,


esta semana um amigo do facebook compartilhou um vídeo com cenas do filme "Mão talentosas" e por se tratar de uma história real fiquei curiosa e pedi que meu marido encontrasse ele para baixar alegando que ele também iria gostar.





Não é regra mas quando um filme é baseado em uma história real há uma grande chance dele ser bom; além disso, para mim, ele ainda fala de um outro tema do qual gosto muito: fé.


Vai contar a história deste homem que, quando criança, teve problemas de aprendizado mas ao perceber-se que necessitava de óculos e passar a usá-los suas notas melhoram e ele se torna um aluno acima da média.


Menção honrosa para a mãe dele (quero ser como ela quando crescer)que sempre o incentivou a dar o seu melhor e não dar ouvidos aos que diziam que ele não era capaz.


Estou baqueada até agora com essa história!


Preciso dizer o quanto eu gostei?!


Fiquem com Deus e até mais...