quarta-feira, 20 de março de 2019

Retomando...

Olá minhas borboletinhas,

espero não ter deixado ninguém morrendo de saudade, não, espera, é claro que espero que tenham sentido a minha falta se não qual a finalidade em escrever?

O fato é que minha vida ficou tão maravilhosamente maluca no final do  ano passado que eu só me dei conta agora de que já fazia todo esse tempo que eu não aparecia por aqui: eu mudei de "emprego", fiz minha primeira apresentação de balé, emagreci pra caramba e tantas outras coisas que eu nem consigo enumerar direito.

Trabalhar na Biblioteca tem sido uma mistura de sentimentos. Embora eu esteja onde sempre desejei estar há situações que fogem do nosso controle que tornam a experiência nem sempre tão prazerosa. Às vezes eu tenho a impressão de que sempre trabalhei aqui de tão à vontade que estou em contrapartida eu sabia que a convivência seria o maior dos meus desafios uma fez que eu estava acostumada a trabalhar sozinha; não me agradava ter que tomar todas as decisões mas confesso que trabalho em equipe não é minha principal qualidade. Além disso é um pouco desanimador ver os colegas insatisfeitos enquanto você está vibrando em uma frequência totalmente oposta.

Ainda bem que existe a dança! A dança é minha catarse. Semelhante a alguém com borderline que por vezes provoca a si próprio sofrimento físico a fim de aliviar o sofrimento emocional, a dor, o esforço e a minha superação na dança fazem com que eu abstraia de todo o resto; ainda que eu não esqueça por hora é que tudo o mais desaparecesse. No entanto nos últimos tempos eu ando bem esgotada e confesso que não estou rendendo tanto quanto gostaria e até penso em desistir de algumas aulas.

E eu ainda tenho um hobbie: um atelier - que eu carinhosamente batizei de Toca do Coelho em referência à entrada do País das Maravilhas, da história da Alice - onde eu faço de tudo um pouco e o que a imaginação conseguir criar e recentemente eu recebi uma encomenda grande de cadernos artesanais mas como meu atelier estava virado em um pandemônio eu não conseguia trabalhar e precisa botar ordem na casa antes de qualquer coisa. Aos poucos estou conseguindo organizar o lugar para pelo menos poder trabalhar lá.

Acha pouco? Este ano eu decidi fazer faculdade. Decidi tentar o EAD novamente pois é a única forma de eu conseguir conciliar com a dança mas não é bem o que eu gostaria; eu queria uma turma, um professor para admirar e fazer uma formatura bacana no final. Não vejo razão para uma cerimônia de formatura quando não se tem uma turma para comemorar a vitória junto!

E a vida não para para que a gente faça nada disso: eu ainda tenho casa, marido, duas cadelas, cinco gatos, 11 afilhados... então, esta é minha vida atualmente e vocês, o que andam fazendo?

Fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

"Emprego novo"

Este está sendo um ano de muitas novidades!

Eu sou funcionária pública, no setor administrativo, desde 2010 e trabalhava no mesmo setor há quase 8 anos. Já fazia algum tempo que eu tinha vontade de mudar de ares mas por não haver outro lugar em que eu quisesse trabalhar me acomodei em minha zona de conforto, até agora.

Recentemente, conversando com uma colega que trabalha na Biblioteca fiquei sabendo que elas precisavam de pessoal. Depois de muito ponderar tomei a decisão de pedir a minha transferência e esta semana assumi meu novo posto na Biblioteca Municipal da minha cidade.

Tem sido "assustanimador"! Essa decisão virou minha vida de cabeça para baixo pois alterou completamente a minha rotina. É uma secretaria diferente, com horário e demandas completamente diferentes. Meu dia está mais longo pois eu continuo acordando no mesmo horário para tomar café com meu marido mas meu horário de entrada e saída é uma hora mais tarde além de ser mais longe da minha casa (embora mais perto da minha escola de dança e depois do expediente vou direto para lá).

Todo início dá um certo frio na barriga mas às vezes é preciso mudar. Meu novo trabalho não é melhor nem pior que o anterior, apenas diferente e como tudo que nos propomos a começar traz consigo seus desafios. Desafios nos fazem crescer e neste momento é algo que preciso muito fazer.

Eu nem preciso mencionar o fato de que eu "amo" livros e agora trabalhando na Biblioteca eu nunca mais vou atrasar a entrega de nenhum (rsrsrsrsrsrs).





Embora eu desejasse isso não pense que foi fácil deixar para trás o meu antigo local de trabalho e me despedir de tudo que vivi ali, dos colegas querido e de dois cachorrinhos que estão sempre por lá que eu apelidei de "a dama e o vagabundo" pois são um casal e o macho é a cara do personagem do filme da Disney; mesmo estando certa da minha decisão ainda assim foi uma choradeira - da minha parte.

Bem, por hora é isso, fiquem com Deus e até mais...

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Diário da Kika: EU VOLTEI A FAZER BALÉ!!!!!!!

Olá borboletinhas,

Mal consigo descrever o quanto estou feliz em compartilhar isto com vocês: como acabaram de ler no título, eu voltei a fazer balé! Ontem foi minha segunda aula; eu precisei de um tempo para assimilar que isto estava realmente acontecendo pois na semana passada eu ainda estava em choque e para falar a verdade ainda não sei se me recuperei totalmente. A seguir a transcrição do meu diário pessoal:

"Eu cheguei a pensar que esse dia não fosse chegar e se no final da aula de hoje a professora me dissesse que a turma intermediária é demais para mim eu super entenderia mas pelo contrário, ela disse - em outras palavras - que está apenas nas minhas mãos. Levou um tempo mas quando a ficha caiu eu desatei a chorar. O Ju, meu marido, disse que a ficha caiu pra ele quando me viu de redinha no coque  que eu só coloquei para me sentir mais bailarina já que eu faria aula com o uniforme de jazz e nem quero desmanchar para curtir o máximo possível."

Embora pareça repentino o caminho até aqui foi bem longo e me exigiu muito trabalho. Depois que eu deixei o balé há 3 anos (para mim eram dois mas fui confirmar em meus diários antigos e tem um artigo aqui neste blog sobre isso) eu engordei ainda mais chegando a pesar 90Kg, no final de 2016; foi então que eu decidi tomar uma atitude e com ajuda de uma psicologa e uma nutricionista comecei a emagrecer e perdi 15Kg mas no início deste ano estacionei e vi necessidade de procurar uma atividade física e entre idas e vindas e alguns desvios, retornei para a dança. Só que ainda não era o balé e sim jazz, que eu não pensei que iria gostar tanto, somente este mês eu criei coragem para fazer uma aula experimental com a turma que entra depois da minha de jazz. Confesso que estou tendo dificuldades de acompanhar o ritmo da aula mas se minha professora está otimista quanto ao meu progresso, quem sou eu para discordar dela.

Na época que parei de dançar eu não entendi o porquê mas hoje vejo que neste período afastada foi necessário: a dança sempre fez parte da minha vida, eu comecei a dançar na Igreja aos onze anos de idade e viver sem ela nunca pareceu sequer possível então por vezes eu a negligenciava priorizando outros conflitos que eu tinha na época, somente depois de perdê-la que pude perceber que NADA É TÃO ASSUSTADOR QUANTO NÃO DANÇAR e por mais difícil ou duro que seja um exercício hoje eu dou muito mais valor e, mesmo fazendo aula apenas uma vez por semana, me empenho - e essas agora são minhas duas horas e meia favoritas da semana em que esqueço de absolutamente tudo. Eu estou mesmo muito feliz de estar de volta e espero que também estejam felizes por mim!

Fiquem com Deus e até mais...



P.S.: eu faço aulas no Estudio de Dança Natiele Jardim, com a Prof.ª Natiele.



sexta-feira, 27 de abril de 2018

Sobre perder a noção do tempo

Olá borboletinhas,

na última quarta-feira, meu marido e eu completamos 7 anos de namoro, mais precisamente da data que saímos juntos pela primeira vez então eu pedi a ele que pensasse em algo para fazermos depois da minha aula de jazz. Ele me encontrou na escola de dança (estou devendo a você e a mim mesma um artigo sobre voltar a dançar e todo o processo que isso envolveu) e de lá nós fomos para o Shopping Canoas.

Eu sou obcecada por controle mas de vez em quando cansa e por isso eu não quis pensar no rolê dessa vez e finalmente eu consegui perder a noção do tempo como há muito não acontecia. Foi como voltar a namorar!

Eu só havia ido àquele shopping uma vez para ver ver um filme com a turma do colégio mas eu sabia que ele tinha sido reformado e olha... ficou bem bonito e claro que eu aproveitei para tirar algumas fotos.


Ostentando logo na chegada


Assim que entramos eu já dei de cara com esse elefante de pedra e eu já quis tirar foto. Bem turista!



Esses cogumelos fica numa parte com brinquedos, tipo de parquinho para as crianças mas mesmo sendo baixinha eu era grande demais para eles mas mesmo assim eu não podia deixar de bancas a formiguinha. Me senti no "centro da Terra".


Porque turista tira foto até no banheiro. Que lugar chic!


Tive que burlar a dieta, afinal estávamos comemorando!


Uma foto pr fazer graça...



Em um dos corredores encontramos uma feira de livros com preço bem legal e eu mostro os que o meu marido me deu nesse vídeo.

 

 

Passamos por uma lojinha muito fofa de macarons e como nunca havíamos comido decimos experimentar e nós... aprovamos!


Mesmo o passeio sendo bem legal meu marido ainda estava frustrado por não encontrarmos um restaurante japonês então quando chegamos em casa pedimos sushi.



Então... espero que tenham gostado porque eu adorei.
Fiquem com Deus e até mais...







quinta-feira, 8 de março de 2018

E as leituras de fevereiro, Kika?

Olá borboletinhas,

em janeiro deste ano eu criei um canal no youtube para compartilhar minhas experiências de leitura e lá eu falo um pouquinho sobre o que estou lendo, conto histórias que vivi com os livros, respondo TAGs e tudo o mais que vier na cabeça, envolvendo livros é claro.

Segue o vídeo das leituras de fevereiro:


Se puderem dêem um pulinho lá no youtube para conferir os meus vídeos e se gostarem se inscrevam no canal, curtam e compartilhem o vídeo, que isso me deixará muito feliz e ajudará o canal a crescer.

Fiquem com Deus e até mais...

quarta-feira, 7 de março de 2018

Sobre sempre ter que escolher...

Olá borboletinhas, 

eu estou vivendo um dilema:

desde que me casei e mudei para a casa onde moramos temos o projeto/sonho de construir uma edícula; para ter um espaço onde receber os amigos em um aniversário ou simplesmente para um almoço com mais pessoas pois a casa é pequena e não acomoda com conforto muitas pessoas e além disso que tenha um sótão onde pudéssemos guardar as ferramentas do meu marido e etc... No entanto isso isso implica em perder um espaço considerável do nosso pátio.

Ontem quando fomo plantar uma mudinha de hortelã percebemos que o pé de couve, que até havíamos esquecido que plantamos, havia se criado e isso me trouxe a memória outro sonho que sempre tive: ter uma horta. 


Agora estou dividida entre construir a edícula e ter minha própria floresta particular.

Eu não sei vocês mas eu fico emocionada cada vez que nasce uma plantinha no meu quintal, sempre deixo se criar pra ver o que é e dessa forma já tive gratas surpresas como o pé de mamão que às vésperas do outono está florindo e dando indícios de que logo estará carregadinho de frutas.



Então, agora que está perto de eu finalmente ter minha floresta particular chego a pensar se eu realmente quero abrir mão disso para construir uma edícula.

Fiquem com Deus e até mais...


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os livros que eu li em janeiro

Olá borboletinhas,

já tem um tempo que não escrevo sobre livros por aqui, não é mesmo?
Mas este ano eu estipulei a meta de ler um livro por semana e para me estimular a ler mais criei o meu canal literário no youtube, o Viver de Ler, para compartilhar minhas experiências de leitura:


Eu ainda não postei o vídeo falando sobre as leituras que realizei em janeiro mas como fiz anotações, decidi postar em primeira mão por aqui. A seguir um breve relato sobre as leituras que eu fiz no mês de janeiro:

A Luneta Âmbar - Philip Pullman

Eu iniciei a leitura da série "Fronteiras do Universo" há mais ou menos 10 anos mas os livros eram emprestados da Biblioteca Municipal e somente agora fui ler o 3º.
Eu desanimei algumas vezes durante a leitura mas agora que a concluí acredito que o saldo foi positivo.
Essa história vai contra a fé que eu professo mas considerei a experiência válida pois só temos certeza de nossas convicções quando as confrontamos e além disso trata-se de ficção. Não vou negar que isso me deixou incomodada às vezes mas a história é tão boa e os personagens são tão cativantes que relevei e continuei lendo e os pontos que julguei mal foram pequenos diante de uma obra tão extensa.

Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban - J.K. Rolling

Começo a pensa que o que está estragando a minha experiência de leitura de H.P. sejam os filmes, embora eu ainda goste, pois como já sei mais ou menos o que vai acontecer eu fico esperando e como a ação demora a desenrolar isso tende a me causar ansiedade e um pouco de frustração, o que ocorreu mesmo com o livro 3 que no caso dos filmes é o meu favorito. No entanto, um fenômeno ocorre  nos últimos capítulos e a leitura passa fluir mais. Às vezes me pergunto se eu teria gostado de ler esses livros na pré-adolescência, mas fico feliz de só ter pego para ler depois de ter adquirido maturidade suficiente para não desistir da leitura de um livro quando a leitura se torna arrastada; a persistência costuma ser recompensada com gratas surpresas.

Isso me traz alegria - Marie Kondo

Comecei achando que não fosse gostar: estava achando repetitivo e prolixo demais - e muito chato - mas quando passei o capítulo sobre dobra de roupas a leitura engrenou e eu comecei a gostar um pouco mais. Nesse livro ela vai continuar a explorar o método desenvolvido em "A mágica da arrumação" onde ela fala que somente devemos manter conosco aqueles itens que nos trazem alegria; porém enquanto aquele foca no descarte este volta a sua atenção para a organização mas sem esquecer do primeiro passo. Embora eu não concorde com algumas ideias da autora  dificilmente faça o que ela propõe, a leitura desse livro, por vezes, provocou em mim uma súbita vontade de sair pela casa organizando as coisas, o que me faz pensar que é um bom incentivo para quem quer começar.

Chicão e a morte - Hítallo Dalsoto

A expectativa é sempre alta quando lemos algo escrito por nossos amigos - ainda mais depois de eu ter lido "Histórias Críveis e Incríveis" e ter gostado tanto. Trata-se da história de um morador de rua, que sem esperança de uma outra vida, embora tente, não consegue morrer e decide "abandonar" a irmã com quem divide sua condição e parte em uma jornada à procura da morte; dizer mais seria "spoiler". A leitura é bem fluida e para mim, que modéstia a parte, possui um extenso vocabulário não traz nenhum desafio mas eu fiquei tão curiosa pelo que iria acontecer ao personagem que isso me instigou a só largar a leitura após concluí-la - claro que estar sem sistema no trabalho ajudou mas isso não diminui o mérito do escritor. Li em um dia.

O garoto do sonho - Erick Mafra

Um livro muito amorzinho que vai nos contar a história da Maria Clara que após presenciar um acidente em seu bairro começa a se questionar a respeito do propósito de sua existência, é quando ela sonha comum garoto alienígena que lhe mostrar uma outra forma de viver e enxergar a vida e tudo começa a mudar para ela. Esse livro está recheado de lições preciosas e muitas outras coisas boas que dão um "quentinho no coração" quando você lê. Com uma linguagem acessível e muitas ilustrações, a leitura é fluida e me prendeu; por conter poucas páginas é possível ler de uma vez só mas como eu li no ônibus voltando para casa e meu percurso não é muito longo levei um pouco mais de tempo.

Por enquanto é isso, fiquem com Deus e até mais...

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Sobre Deus...

"Deus, passei tanto tempo Te procurando… Não sabia onde estava.
Olhava para o infinito, não Te via e pensava comigo mesmo: “será que o Senhor existe”?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava Te encontrar nas religiões, nos templos… O Senhor também lá não estava.
Te busquei através dos sacerdotes e pastores, mas também não Te encontrei.
Me senti só, vazio, desesperado e descrente…
E, na descrença, Te ofendi. Na ofensa, tropecei, e, na queda, me senti fraco.

Fraco, procurei socorro.
No socorro, encontrei amigos.
Nos amigos, encontrei carinho.
No carinho, vi nascer o amor.

Com o amor, eu vi crescer um mundo novo.
E, no mundo novo, resolvi viver.
E, o que recebi, resolvi doar.

Doando alguma coisa, muito recebi.
E, em receber, me senti feliz. E, ao ser feliz, encontrei a paz.
Com a paz, enxerguei que era dentro de mim que o Senhor estava.
E sem Te procurar, foi que Te encontrei."


Olá borboletinhas,
essa mensagem chegou às minhas mãos através de uma amiga do Ensino Fundamental na época; eu não quero dizer, ao compartilha-la, que você não deve buscar e muito menos que você não vai encontrar Deus nas religiões mas sim que a busca será em vão se mesmo fazendo isso você não tiver um relacionamento com Ele e que existem inúmeras formas de viver esse relacionamento que vão muito além de simplesmente frequentar um culto ou fazer parte de uma comunidade religiosa; pode sim passar por elas mas não são as únicas e é você, a medida que amadurece espiritualmente, que decidirá de que forma o seu relacionamento com o Divino flui melhor e como tudo na vida que é maravilhoso vai exigir de você exercício e dedicação. Tenho procurado cada vez mais exercitar uma espiritualidade que independe de religião - que eu possuo, mas não determina cegamente em que eu devo acreditar - certa de que Deus fala comigo (e com você também) o tempo todo mas quase sempre eu estou ocupada ou distraída demais para escutar; no entanto Ele não desiste de mim e não vai "descansar" até que eu lhe dê ouvidos. Talvez uma das coisas mais difíceis de se fazer seja confiar integralmente na Providência Divina e isso é algo que eu ainda preciso aprender embora eu saiba que escolher colocar minha vida nas mão Dele não significa que eu não possa fazer tudo sozinha mas que eu apenas decido não fazer. 

Fiquem com Deus e até mais...

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Eu não dou a mínima para a programação da Globo

Olá borboletinhas,

tenho visto muito auê ultimamente em questões envolvendo a Rede Globo de comunicação. Os conservadores se posicionam contra ao passo que os liberais a favor e, tudo bem; afinal todos tem direito de manifestar suas opiniões e é claro que eu tenho a minha. Geralmente me abstenho de polêmicas, não por não ter nada a dizer mas, por achar que alguns assuntos não merecem mídia e eu prefiro deixá-los morrer. 
Mas afinal, Kika, qual a sua posição diante disso tudo?
Eu não estou nem aí para a programação da Globo e para ser sincera quanto pior ela for, melhor para mim pois daí eu não assisto e me sobra mais tempo para ver os filmes ou série de que gosto com meu marido ou até mesmo ler um livro. Atualmente assistimos a alguns programas a saber: os reality shows de música e o quadro "Dança dos famosos" do Faustão, e algum outro eventualmente sempre pela globo play (conteúdo gratuito, não sou assinante) pois não temos paciência para comerciais e meu marido assiste ao RBS notícias e ao Jornal do Almoço. O fato é que cada vez a televisão vem perdendo espaço em minha vida para outras mídias; não sei até que ponto esta troca é saudável e eu posso estar trocando seis por meia-dúzia mas o que quero dizer com todo este discurso é que o que a Globo exibe ou deixa de exibir é o que menos me preocupa.

Fiquem com Deus e até mais...

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

sobre ler "Harry Potter..."


Olá borboletinhas,

quando eu decidi ler a saga "Harry Potter" este ano eu achava que leria numa boa um livro por mês e terminaria em julho; porém qual não foi a minha surpresa ao me deparar com uma leitura bem menos fluida do que eu imaginava. No início isso me frustrou um pouco mas, outro dia assistindo a um video da Bruna Miranda em que ele falava a respeito de existir ou não alta literatura, eu cheguei a conclusão que isso não é exatamente uma coisa ruim.

O que me atrai em livros clássicos é justamente a necessida que temos de digerí-los pois o seu conteúdo não vem pronto e "mastigado" levando muitas vezes mais tempo para serem compreendidos; e no momento eu estou lendo uma coleção de livros infanto-juvenis que estão me dando tanto ou mais trabalho que um clássico como, por exemplo, Alice no País das Maravilhas, que eu adoro.

Somado a isso e ao fato de eu não ser exatamente uma devoradora de palavras tem um fator que colabora para que a leitura se torne ainda mais truncada: embora eu faça parte da geração que crescer com o Harry eu não li os livros quando foram lançados mas eu vi todos os filmes e saber o que vai acontecer gera uma ansiedade que deveria me impulsionar para a leiura mas em vez disso causa frustração.

Contudo, ao final de cada livro (me encontro lendo o 3°) percebo que valeu a pena não desistir só me questiono se a "Kika" de 11 anos de idade teria gostado de ler...