quinta-feira, 13 de julho de 2017

Sobre "Homem Haranha - De volta ao lar"

Olá ,

devido a decepção que tive com o filme da Mulher Maravilha minha expectativas para ver o "Homem Aranha estavam bem baixas mas meu marido queri ver então fomos ontem ao cinema e contrariando as mesmas eu gostei bastante,


Foi uma grata surpresa ver o Michael Keaton nesse filme - ele não havia se aposentado com o "Birdman"? Não sei se é spoiler, mas ele tá fantástico como vilão.

O garoto Peter Parker é um capítulo à parte: nessa versão ele é bem adolescente e um tanto quanto atrapalhado e almeja um "estágio" nas indústrias Stark, o que na verdade sabemos que é entrar para os Vingadores. Eu particularmente prefiro o Spiderman do Tobey Maguire (prefiro ele soltando teias de verdade) mas não vou negar que essa versão também ficou muito boa - não digo o mesmo sobre a do Espetacular Homem Aranha. O amigo nerd do Peter também é bem legal!

O filme é divertido, tem ação na medida certa e embora tenha criado uma nova história não descaracterizou completamente o personagem. No mais, é difícil falar quando não se tem grandes problemas para apontar. 

Então é isso munhas borboletinhas, fiquem com Deus e até mais...

P.S.: o 3D, na minha opinião, foi totalmente desnecessário nesse filme. Tirando a hora em que eu fechei os olhos porque "o abutre" ía bater na minha cara, com 20 min de filme eu já não prestava mais atenção nisso. 3D pra mim não faz a menor diferença e só serve pra deixar a gente com dor de cabeça , às vezes, e cobrar mais caro pelo ingresso. Vez ou outra o efeito é bonito mas nada que justifique.


terça-feira, 11 de julho de 2017

Sobre "Okja" e uma nova crise de consciência

Olá minhas borboletinhas,

esta semana o youtube começou a me atormentar com anúncios sobre o filme "Okja", uma das inúmeras produções da Netflix. Eu já tinha visto esse nome "pipocar" aqui e ali mas não sabia do que se tratava até ver o trailer nos anúncios do youtube e como sou assinante da Netflix o bichinho da curiosodade me mordeu.



Meu Deus!!!

Caso você more em Marte ou não costume perder tempo na internet como eu saiba que este filme vai contar a história de uma porca gigante, sim aquele "mamute" é na verdade uma superporca, chamada Okja; ela foi criada pela indústria genética e serve de propaganda para uma nova raça de superporcos que segundo sua criadora aplacaria a fome da humanidade sem causar maiores inpactos no meio ambiente. Okja é uma das 26 espécimes mais perfeitas e foi enviada a um fazendeiro na Coréia para ser criada, por 10 anos, para parcticipar de um concurso que elegeria o bais belo superporco do mundo; durante estes dez anos ela conviveu com uma menina chamada Mikja e elas desenvolveram uma linda amizade. Quando Okja precisa retornar para seu local de origem para participar da final do concurso sua "dona", inconformada, decide ir atrás dela e descobre os horrores que envolvem a história do nascimento de Okja.

Bom, esse filme me fez pensar em várias coisas:

uma delas é um boato que ouvi certa vez envolvendo o McDonalds que dizia que sua carne era na verdade a carne de um animal mutante criado em laboratório que, segundo o boato, não possuiria ossos, apenas carne e que supostamente teria a carne muito macia.

outra e um pouco mais fundamentada que a primeira, foi o documentário "A carne é fraca" que assisti na época em que eu quis e tentei ser vegetariana e o fui por um mês até a dieta Dukan estragar tudo. Lembro que uma das coisas que mais me chocaram quando vi esse documentário foi a cena de um boi prestes a ser abatido: o animal é colocado em um corredor muito estreito de forma que ele não possa se virar e retornar quando ele ouve o boi a sua frente ser abatido por um tiro de pistola pneumática; o animal entra em desespero porque sabe que vai morrer e tenta retroceder mas é tocado à frente e não lhe resta outra alternativa. Me comovi muito na época e isso só reforçou meu desejo de não comer carne e vendo este filme ontem uma cena do final me lembrou o documentário e fez eu pensar novamente no assunto.

Terminei o filme com uma sensação muito ruim e disse ao meu marido: "acho que não vou conseguir comer carne por um tempo"; sei que Okja é uma porca e eu já não como porco mesmo, mas é que pra mim ela parece mais com um boi pelo tamanho... A principal razão para eu querer deixar de comer ou reduzir o consumo de carne é o carinho que tenho pelos animais, porque infelizmente eu gosto do sabor da carne (gaúcha, né) e a questão saúde ainda é um tanto quanto discutível, mas não posso negar que volta e meia me pego pensando nisso e na incoerência de eu ter um aquário em casa e adorar comer sushi. Às segundas-feiras eu participo de um projeto chamado "segunda sem carne" que já tem muitos adeptos ao redor do mundo, sei que não é muito mas gosto de pensar que estou fazendo minha parcela de esforço para minimizar meu impacto no meio ambiente.

Tenho consciência de que faltou coesão e até mesmo coerência neste artigo mas eu precisava escrever ou esta ideia me atormentaria o dia todo.

Fiquem com Deus e até mais...