quinta-feira, 3 de março de 2016

Cinquenta tons de Cinza - um conto de fadas controvertido II

Olá,

no início do ano passado eu assisti ao filme e escrevi este artigo:
http://kikalealbutterfly.blogspot.com.br/2015/02/50-tons-de-cinza-um-conto-de-fadas.html.
Agora eu retorno, depois que li os livros, para falar o que achei deles:


Rogo o direito de gostar destas capas.


Já pensou que, se a pessoa com que você se relaciona hoje tivesse sido completamente sincera sobre si mesma desde o início você possivelmente não estaria com ela?

Isso foi o que me fascinou quando percorri as páginas de 50 tons de cinza: deixando de lado o quão perturbador seja a relação entre Anastácia e Cristhian, trata-se de um jogo limpo! E isso, me desculpem os conservadores, é invejável!

Existe muita polêmica em relação á sujeição de Ana e o fato dela ser virgem; eu, porém não vi conflito algum: uma vez que ela não possui experiência ou, como ela mesma diz, com que comparar, a curiosidade é ainda maior; portanto você só pode dizer se gosta ou não de algo após ter provado.

Considero romantismo algo bastante relativo – o que é para uns pode não ser para outros. Embora se um cara na hora “H” me dissesse
“ - Agora eu vou te fuder...” eu certamente broxaria, considero Cristhian romântico a seu modo; no entanto, vez ou outra ele comete uma grosseria (eis parte dos 50 tons) mas isso não parece incomodar a Anastácia. Ele é atencioso, em demasia até, e a elogia o tempo todo –que mulher não gosta disso?!

Por fim o envolvimento entre os dois é tão forte que mesmo os termos impostos sendo questionáveis, Ana prefere cogitar a ficar sem ele.

O primeiro livro vai nos apresentar aos personagens e a este conflito envolvendo mundos tão diferentes, tudo sob o ponto de vista de Ana que é uma jovem recém formada em Literatura Inglesa, portanto romântica em sua essência, e sua descoberta do amor e do sexo com este personagem excêntrico com tendências megalomaníacas e dominadoras.

No entanto, como nada na vida é preto ou branco – existem infinitas nuances entre essas duas cores –há muito mais coisa além da superfície e somente com o tempo compreenderemos, e talvez nunca completamente, quem é Cristhian Grey e seus motivos para ser como é. Existe um esforço muito grande da parte de Ana em tentar compreender o “mundo” em que seu amado vive, porém nesse primeiro momento o choque entre as duas realidades é tão grande que Ana prefere afastar-se.



No segundo livro Cristian força uma reaproximação e Anastácia sede. Ficamos sabendo que o interesse de Cristhian por Ana vai muito além de somente uma “foda” violenta e do quando ele está disposto a abrir mão para tê-la de volta – não que isso vá ser fácil para ele. O que me incomodou um pouco é o fato dele ter recuado e ela então começar a provocar, nos mostrando que talvez ela goste mais da coisa do que aparentou-nos no início e só não era ‘safada’ por falta de oportunidade. E assim eles caminham para o que seria o mais próximo que conseguem de um equilíbrio. Confesso que eu gostava mais deles quando era um casal problemático.
       Como tudo vai bem entre o casal o livro vai trazer uns problemas externos para serem resolvidos mas “tudo está bem quando acaba bem*” ainda mais com um casamento.
      Li os dois primeiros livros em um mês: fiquei sem internet no trabalho e como dependo da rede pra acessar o sistema, tive muito tempo para me dedicar à leitura. Meu marido conseguiu a trilogia em PDF com uma colega de trabalho e levou os arquivos pra casa achando que eu poderia me interessar.  Não gostava de ler no computador, mas como a oportunidade surgiu e os “livros” estavam salvos no meu HD externo decidi começar a leitura e mergulhei de cabeça, me afeiçoando tanto aos personagens que os tratava como amigos; acabei por me acostumar e descobri que leio mais rápido no computador e não sinto sono.
         Quando esse livro estava no auge, ouvi dizer que a escrita era ‘infantil’ e eu não discordo, pois guardadas as devidas proporções se parece muito com o que eu escrevia quando tinha uns 14 anos: a forma prolixa em alongar os períodos e o excesso de adjetivos e descrições, por exemplo; por falar nisso, o que é a Ana descrevendo a todo o instante o que Cristian está vestido e o quanto ele está “quente”? Pra ela, se ele soltasse um ‘pum’ ainda assim pareceria sedutor.
          Bem, o último livro foi o mais cansativo e arrastado pra mim. Eu lia, lia, lia e não saía do lugar. Passava um tempão lendo e quando achava que já tinha lido, sei lá, umas 50 páginas, na verdade tinha lido 10; mas eu não estava achando ruim - não sei por que a leitura empacou tanto - talvez pelas 650 e poucas páginas...
Daí nas 100 páginas finais o ritmo mudou:
Percebi que durante toda a narrativa os conflitos eram resolvidos um de cada vez (o problema surgia, se desenrolava, se resolvia), mas no final não, tinha uns três conflitos acontecendo simultaneamente e eu queria continuar lendo pra saber...
         Agora eles estão casados e parece que tudo vai bem. Alguns conflitos surgem mas eles tiram de letra porque afinal de contas eles se dão muito bem na cama e isso parece resolver todos os problemas até que ocorre um imprevisto que tira tudo dos trilhos.
          Gostei de como a história terminou, mas eu dispensava o epílogo, pois é dedutível.
        Antes de seguir no epílogo,dei uma pausa na leitura porque, pra mim, a "história" já tinha acabado ali... mas tinha aquele plus... tipo o último filme do Harry Potter, sabe? Cheguei a comentar com meu marido que sabia como seria o epílogo: “Chisthian e Ana fazendo comercial de margarina na casa nova” e, bem, eu acertei!
          Eu estava louca pra acabar o livro, mas quando terminei fiquei com aquela sensação...me senti meio órfã, mas isso foi até eu começar a assistir “Gossip Girl” pelo Netflix e me apaixonar pelo casal Serena e Dan (mas isso é assunto pra outro artigo – mas como me apeguei aos personagens acho que vou comprar o e-book de “Grey” para entrar na cabeça dele e conhece-lo ainda melhor. Eu me identifiquei muito como Cristhian. Tirando aquela parte de sadomasoquismo, temos personalidade bem parecidas: no fundo somos inseguros e muito, muito caretas.

Fiquem com Deus e até mais...

P.S.: eu certamente deixei de comentar alguma coisa.


*parafraseando Shakespeare.





sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Meu 2015 - uma quase crônica sobre o ano que se passou







Meu 2015




Certamente, foi um ano bem intenso! Tomei algumas decisões importantes e significativas outras, até, definitivas!

Engordei ainda mais e precisei parar o balé (o que fiz a contragosto) pois as dores que eu sentia me impediam de sentir prazer nas aulas.

Uma anomalia no meu ciclo menstrual me fez criar coragem de procurar a ginecologista e vencer os meus "traumas"; graças a Deus não havia nada de errado nessa área mas uma investigação mais profunda apontou que possuo hesteatose hepática (gordura no fígado) – o que pode ser a razão de eu não conseguir emagrecer – e adiou mais uma vez o meu desejo de ser mãe.

Em vez de me desesperar canalizei minha energia em um propósito e voltei a fazer planos. Retomei antigos valores, parei de desejar o que não podia possuir e o dinheiro começou a "sobrar". A despeito da crise no país reformei minha casa: mudei o quarto do herdeiro de lugar e criei um atelier para ter um lugar onde eu possa desenvolver minha criatividade e cultivar meus hobbies sem que meus gatos baguncem tudo.

Adotei uma cadelinha de rua: Eudora.

Me organizei pessoa e finaceiramente para tirar férias em dezembro sem estresse ou dívidas. Paguei minhas contas, viajei sem dinheiro e mesmo assim não fiz compras no cartão de crédito, me limitando a comprar apenas o que meu marido pudesse e/ou quisesse me dar. Levei menos bagagem do que de costume e não voltei com a mala estourando.

Revi amigos, fiz passeios e conheci lugares. Desapeguei do que me sobrava!

Caminhei em uma busca pelo meu auto conhecimento e adotei um novo estilo de vida – ainda em processo. Reaprendi a sonhar! Aderi à filosifia de vida de que a felicidade é o caminho e tenho andado por ele. Já que minhas emoções são tão intensa decidi senti-las e aprender a lidar com elas em vez de viver anestesiada – foi bom por um tempo, para colocar os pensamentos em ordem, mas agora já chega!



Desejo a todos um 2016 fantástico e que suas resoluções de final de ano se concretizem, fiquem com Deus e até mais...

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Cine Pipoca (os filmes do final de semana): Interestelar, O candidato honesto, Ela dança eu danço 5

Olá,


neste último final de semana ficamos em casa o que nos permitiu assistir filmes os dois dias.


No sábado à noite assistimos:





Este filme é uma "VI-A-GEM!!!" literal e não literalmente (se é que me entendem).


Trata-se de uma distopia. A humanidade corre risco de extinção pois o planeta está quase sem comida e por conta disso gastos desnecessário, como por exemplo pesquisa espacial, são substituídos pela agricultura - pelo menos era o que todos pensavam- até que uma menina de uns dez anos começa a presenciar fatos estranhos em sua biblioteca o que ela interpreta como sendo mensagens de um fantasma. Ao dividir estas mensagens com seu pai elas acabam o levando até uma estação da NASA - que pensavam estar extinta - onde ele toma conhecimento de um projeto do governo que busca estabelecer uma colônia próximo à saturno, onde eles acreditam existir um planeta habitável (dentre 12 possíveis) para onde mandaram anteriormente 12 cosmonautas que não retornaram e agora pretendem mandar uma nova equipe. No entanto para que cheguem a este planeta é necessário passar por um "buraco de minhoca" o que afeta o fator espaço-tempo.


Eu não costumo gostar muito de histórias com viagem no tempo porque geralmente deixam muitos furos mas este filme eu achei que foi tudo muito bem amarrado e posso dizer que gostei apesar de ser tudo muito louco.


No domingo, vimos:





Me advertiram que este filme se parece com "O mentiroso" estrelado por Jim Carrey e é quase isso. Diferentemente do filme do JC, em que ele não pode mentir, em o candidato honesto não só não consegue mentir como também fazer qualquer ato de desonestidade sendo 100% correto em TODAS as suas atitudes; e isto não é efeito de nenhum "feitiço" e sim de uma crise de consciência que o acomete após a morte de sua avó que o criou desde pequeno.


Como já devem saber, eu gosto muito de Cinema Nacional e costumo assistir este tipo de comédia quando não estou muito a fim de ver um dos filmes com temas mais sérios - do qual gostamos tanto lá em casa - e só quero passar o tempo e me distrair com algo mais leve.


Apesar de bem previsível eu gostei!







Este não tinha como eu não gostar!


Se um filme tiver a palavra dança no título ou fizer referência à dança pode ter certeza que eu vou querer assistir,


Este filme é a exata sequência do anterior onde o grupo de dança "A Máfia" deu uma lição de moral nos grandões que queriam transformar o espaço de sua comunidade em um condomínio de gente bacana; e de quebra ainda ganharam o patrocínio da Nike. Só que os tempos de glória foram embora junto com o patrocínio e agora eles se veem em dificuldades e decidem voltar para casa mas o líder do grupo decide ficar em Los Angeles.


Ao saber de um concurso novo de dança o ex-líder da Máfia, com ajuda de seu amigo Muse, decide formar outro grupo e daí a história se torna uma cópia escrachada dos filmes anteriores com exceção dos números de dança que são um capítulo à parte e é o que realmente faz o filme valer a pena.


Clichê, mas eu gosto!


Fiquem com Deus e até mais...







sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cine [sem] pipoca: "Mãos talentosas"

Olá,


esta semana um amigo do facebook compartilhou um vídeo com cenas do filme "Mão talentosas" e por se tratar de uma história real fiquei curiosa e pedi que meu marido encontrasse ele para baixar alegando que ele também iria gostar.





Não é regra mas quando um filme é baseado em uma história real há uma grande chance dele ser bom; além disso, para mim, ele ainda fala de um outro tema do qual gosto muito: fé.


Vai contar a história deste homem que, quando criança, teve problemas de aprendizado mas ao perceber-se que necessitava de óculos e passar a usá-los suas notas melhoram e ele se torna um aluno acima da média.


Menção honrosa para a mãe dele (quero ser como ela quando crescer)que sempre o incentivou a dar o seu melhor e não dar ouvidos aos que diziam que ele não era capaz.


Estou baqueada até agora com essa história!


Preciso dizer o quanto eu gostei?!


Fiquem com Deus e até mais...



domingo, 13 de setembro de 2015

Minha primeira caixinha de assinatura

Olá,

eu sempre achei interessante essas caixinhas que você assina e recebe todo mês em casa. Hoje em dia existem várias delas: de cosméticos, maquiagem etc... e a minha primeira caixinha não poderia ser outra se não a TAG - Experiências Literárias.


Fiquei muito emocionada quando chegou!


Eu gostei de tudo o que veio:


O livro veio embalado lindamente de forma meio rústica acompanhado de uma cartinha muito fofa.


Esta capa azul marinho chiquérrima é na verdade uma jacket:

 


 Mas a capa do livro também é linda!

 

Apesar de se paperback é uma edição super caprichadinha com orelha e tudo.

 

Veio também um marcador personalizado do livro.

 


Todas as edições da TAG vem comum a revista que traz matérias sobre o livro, o autor e o curador do mês - que foi o que me fez assinar agora já que eu adoro o Gregório Duvivier.

E como se não fosse o bastante ainda tem um brinde que tem relação com a história do livro:


no caso este lindo caderno de anotações.

Espero que tenham gostado!

Fiquem com Deus e até mais...


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Cine [sem] Pipoca: Um Grito de Socorro

Olá


no último final de semana passou no Super Cine, na TV Globo, o filme "Um grito de Socorro", mas só ficamos sabendo porque na gravação do Altas Horas acabou pegando cerca de 40 minutos dele e acabei me interessando.






O filme retrata o bulling. Confesso que este assunto é um pouco surreal para mim pois na minha época de escola - que já tem dez anos que passou - a galera "zuava" mas não da forma que venho ser retratada nas telas do cinema e da TV. É difícil para mim imaginar que aquilo realmente aconteça - e que chegue realmente ao extremo como essas histórias nos mostram- o que me deixa ainda mais chocada; mas recentemente, em minha cidade, ocorreu o suicídio de uma menina de 14 anos por causa de bulling o que tornou o assunto mais próximo da minha realidade mas não menos difícil de entender como alguém é capaz de fazer isso com outro ser humano.


Não tenho muito o que falar sobre o filme além de que se trata de um menino fora dos padrões, tentando se encaixar no ambiente escolar enquanto sofre diariamente a hostilidade por parte dos seus colegas. Que adolescente sabe ser escroto quando quer a gente está careca de saber, mas o que me deixou mais "revolts" foi a negligência e até a conivência de um dos professores que, sendo adulto, na minha opinião tinha o dever e responsabilidade de intervir.


Eu fui a diferente da escola e certamente ouvi piadinhas e tal mas nada comparado ao que esta comunidade escolar do filme me mostrou, nada tão extremo e definitivo, se é que me entendem, por isso não sou a melhor pessoa para opinar mas isso não impede que eu me indigne. É triste que o ser humano, que evoluiu tanto em algumas áreas seja capaz de algo tão primitivo do qual nem mesmo os animais são capazes; pois eles só maltratam para alimentar-se ou defender-se. Infelizmente o amor vem se esfriado de muitos corações...


Apesar o clima pesado, eu gostei do filme!


Fiquem com Deus e até mais...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Meu chá "chapelástico" de Aniversário

Olá,


sei que está "um pouco" atrasado mas como eu ainda quero publicar esse artigo aí estão as fotos do meu último aniversário.


Este ano eu decidi fazer um "chá com o chapeleiro maluco" mas na decoração incorporei elementos de todo o País das Maravilhas e até mesmo de "Através do Espelho".


 


Começando pela mesa: ela foi feita pelo meu pai usando uma tábua de compensado e alguns sarrafos de Cedro e Pinus e como podem ver é enorme - ocupou quase toda a minha casa.


Não foi utilizado nada descartável e para isso usei a louça do meu enxoval e pedi algumas outra emprestadas.
P.S.: meu marido que encheu e colou todos os balões no teto.







Pedi pro meu marido comprar alguns docinhos de Pelotas porque acho que combinam muito com chá.










Eu encomendei alguns salgadinhos de padaria mas fiz a maioria das comidas com a ajuda da minha mãe, das minhas tias e da vó.







Eu mesma fiz o meu bolo seguindo uma receita que encontrei na internet e modéstia à parte ficou uma delícia. A ideia era que se parecesse com um cogumelo e eu pedi que minha cunhada, que trabalha com biscuit, fizesse a lagarta da história da Alice pra eu colocar de enfeite.





Nessa mesa complementar coloquei as bebidas geladas (e na hora dessa foto minha mãe estava servindo a torta de bolacha que minha vó fez e estava maravilhosa.







Usei todas mas minhas versões de "Alice" na decoração. Minha mesa é de vido - como a mesa da história - então coloquei uma chave:
Ela é pequeninha por isso coloquei numa corrente com medo de perder.


Eu fiz limonada com gás, e leite com chocolate e coloquei nessas garrafas de vidro (as maiores são de suco integral e as pequenas de leite de coco) e coloquei tags escrito "Beba-me":





Obs,: os copos eram descartáveis mas eu achei eles muito bonitos e são de um plástico mais grosso; não pretendo joga-los fora mas sim lavar e reutilizar.




Uma das coisas de que mais gosto em aniversário é a mesa de guloseimas, no caso usei a minha estante de DVDs:













Dispus sobre a bancada um potinho com diversos tipos de balas e pirulitos, um pote de suspiros e outro com marshmallows (amo) e nas latas tinha um biscoito chamado Passion que eu adoro.





Usei essa xícara de porcelana portuguesa pra decorar e coloquei dentro esse relógio de pulso que ganhei de um amigo uns anos atrás.





*minha foto preferida.


Como lembrancinha eu decidi fazer cupcakes e confeccionei essas caixinhas para coloca-los dentro e em cima coloquei uma TAG escrito "Coma-me":





Coloquei a "Rainha de copas" para tomar conta. Repararam que que no vasinho tem rosas brancas pintadas de vermelho?


Eu adoro jogar xadrez, que de quebra faz referência ao livro "Alice através do espelho..." então usei o meu tabuleiro na decoração mas para isso pintei as peças que eram originalmente pretas de vermelho pois as do livro são branco e vermelho.


Gosto de preparar algo especial para as crianças então fiz os mesmos livrinho que havia usado no meu 26° aniversário - só mudei a capa - e coloquei junto um saquinho de jujubas:





Ah!!! Os bonecos de papel também são do meu 26° aniversário.


Estou sempre "fazendo arte" e há alguns dias eu montei este vaso com um búlis e umas florzinhas que eu tinha e decidi por de enfeite sobre o aquário:



(marshmallows e biscoitos para reposição)


Pedi de presente adiantado pro meu marido este livro, pois queria usa-lo na decoração:





Olha o "Absolém" dando o ar da graça de novo!





Como era de se esperar, muita gente faltou; mesmo assim fiquei muito contente; a casa estava cheia e tudo saiu como planejado!


Gosto que os convidados presentes deixem recadinhos pra mim, então imprimi as cartas do baralho para escreverem no verso:





Usei minha edição Pop-up de "Alice..." para decorar este cantinho.


E sobre a minha roupa:





A saia e o casaco são da Quintess - do qual sou representante (comprados pelo catálogo especialmente para montar este figurino) as luvas e os coturnos já eram do meu acervo pessoal.
A cartola eu mesma fiz com base em uma que minha professora de balé usou em um espetáculo e me emprestou para tirar molde. Para fazer a blusa usei uma velhinha que eu tinha e apliquei os frufrus para formar o babador e arrematei com um broche de laço que foi presente de uma vizinha quando completei 15 anos.





Como a roupa já era bem teatral fiz uma maquiagem sóbria, com exceção do rímel azul, que não dá pra ver na foto - o que é uma pena porque ele é lindo.


Se caso não tenham se dado conta, meu figurino é baseado nesta personagem:





Ela é a filha do Chapeleiro Maluco na séria Ever After High (versão Dia do Legado).


Espero que tenham gostado tanto quanto eu. Em breve posto artigo com os presentes que ganhei.


Fiquem com Deus e até mais...





quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Ilusão de ótica: uma crônica ou simplesmente uma reflexão sobre comida

Olá,


que eu adoro comer, vocês já devem saber e que eu brigo com a balança há anos por conta disso também não é segredo mas não sei ao certo se já comentei que eu levo marmita (quentinha, ou vianda, como preferirem e chamarem na sua região) para o trabalho.


Hoje, na hora do almoço, fiz algo diferente dos que de costume: após esquentar meu almoço no micro-ondas, em vez de comer direto no potinho, como sempre faço, servi em um prato e a salada - que levo separado - em outro e tive uma surpresa! Os recipientes em que trago meu almoço não são grandes e até então eu pensava que eu trazia pouca comida, em comparação com meu marido que leva um pote maior normalmente; mas ao transferir a comida para um prato, no entanto, fez uma pequena montanha e descobri que talvez eu não traga tão pouca comida assim; em se tratando da salada é até algo positivo saber que aquelas 3 folhas de alface enchem um prato e isso me deixa feliz mas ver que eu como muito mais do que imaginava me deixou assustada! Será que não comer no prato me deu uma falsa noção em relação a minha alimentação e isso tem relação direta ou indireta com meu aumento de peso?


Eis o violãozinho que estava disfarçado: arroz integra, bife acebolado e dois ovos "fritos" no micro-ondas sem óleo, a batata palha era um restinho que havia sobrado de um estrogonofe - relaxem não costumo comer sempre.



De qualquer forma, penso que eu deveria começar a prestar mais atenção à quantidade de comida que trago para o meu almoço; afinal não adianta nada eu me alimentar bem se eu estiver comento muito mais que o necessário.


Fiquem com Deus e até mais...

sobre "um filme por dia", o fail da maratona literária e o meu aniversário

Olá,


enfim, agosto!
E o que é que tem demais?
Além do meu aniversário... nada!


Mas atualizando...


Sobre o desafio um filme por dia [ou quase]: eu levei bem na manhã, mas ainda assim vi vários filmes para os quais não escrevi artigos pois no trabalho eu estava sem internet e em casa me deu preguiça e eu preferi ver filmes a escrever sobre eles.


A maratona literária de inverno 2015 deu "FAIL". Acabei lendo apenas um livro - que é o que costumo ler normalmente em um mês. O livro escolhido foi "O guia do mochileiro das galáxias" para o qual também não escrevi artigo por motivos de: foi uma grande decepção (pelo menos o primeiro volume que foi o que eu li). Eu queria muito ter gostado deste livro mas o fato é que, no início eu estava achando muito chato e para ver se eu me animava resolvi assistir o filme; ao contrário da maioria das pessoas, que prefere não ver o filme antes de ler o livro pra não perder a emoção, quando eu vejo o filme e gosto fico ainda com mais vontade de ler o livro para saber dos detalhes. Embora a leitura tenha engrenado um pouco mais depois disso não posso dizer que me apaixonei pelo livro mas tenho uma prima lerd/gueek que ama (talvez eu não nem seja nerd e nem gueek - #CHATEADA!!!) mas como gosto de ler até o fim esperando por uma boa surpresa no final eu persisti na leitura. O fato é que não gostei nem do livro e nem do filme.


Paralelamente a tudo isso eu estou organizando meu aniversário que será no domingo seguinte ao dia dos pais. Sou daquelas pessoas que adora festas de aniversário, seja meu ou dos outros. Meus aniversário sempre são temáticos e este ano eu decidi fazer algo um pouco diferente: convidei meus amigos e parentes mais chegados para tomar um chá da tarde comigo - porque eu adoro chá! - Como eu gosto de de temas infantis propus um chá com o "chapeleiro Maluco" mas na decoração terão referências aos dois livros de Alice (no país das maravilhas e através do espelho)e para o meu figurino eu me inspirei na roupa que a personagem Madeline Hatter de Ever After High (a filha do Cahpeleiro Maluco) usou no Dia do Legado. Como sempre, estou muito empolgada para este aniversário que comecei a pensar já tem ALGUNS meses! Não se preocupem que vai ter artigo mostrando tudinho pra vocês.


Fiquem com Deus e até mais...














quinta-feira, 30 de julho de 2015

Um filme por dia [ou quase] bem atrasado: Asoka

Olá,

criamos coragem para assistir:


Digo que criamos coragem porque além do filme ser longo ele era legendado - e eu morro de preguiça.

Se passa na Índia e conta a história de um jovem que disputa o trono com seu irmão. Sua mãe temendo por sua vida pede a Asoka que se afaste do reino e faz um voto de silêncio negando-se a falar caso o filho não fuja. Ele obedece a mãe e em sua fuga conhece uma moça por quem se apaixona e se casa, mas quando ele precisa voltar para casa e a deixa esperando onde estão acampados não a encontra e pensa que ela está morta. Após isto ele é tomado de uma ir incontrolável tornando-se um rei cruel e sanguinário.

Depois de tanto protelar, acabei gostando bastante do filme!

Fiquem com Deus e até mais...